A Carteira de Identidade Nacional substitui o RG, usa o CPF como número único e integra versão física e digital. Com QR Code e bases unificadas, reduz fraudes, simplifica serviços e tem emissão gratuita na primeira via.
O fim do RG tradicional marca uma virada na identidade civil brasileira. A Carteira de Identidade Nacional unifica dados, adota o CPF como número único e integra versão física e digital, reduzindo fraudes e simplificando a vida do cidadão em serviços públicos e privados.
O que muda com o fim do RG e a chegada da CIN?
A principal mudança é o uso exclusivo do CPF como número de identificação, eliminando registros estaduais diferentes para a mesma pessoa. Isso corrige falhas históricas que permitiam inconsistências cadastrais e uso indevido de documentos.
A CIN também incorpora recursos tecnológicos avançados, alinhando o Brasil a padrões internacionais e tornando o documento mais seguro, verificável e aceito em diferentes contextos administrativos e de fiscalização.

Quais tecnologias tornam a nova identidade mais segura?
A CIN reúne elementos físicos e digitais que aumentam a confiabilidade do documento e dificultam falsificações, permitindo validação rápida por autoridades e sistemas públicos. Entre os principais recursos implementados, estão os seguintes.
- CPF único: impede múltiplas identidades e centraliza o histórico do cidadão.
- QR Code (VIO): permite checagem instantânea da autenticidade, inclusive offline.
- Código MRZ: facilita identificação e uso em viagens regionais.
Qual é a validade da CIN e até quando o RG antigo vale?
O RG antigo segue válido durante o período de transição, mas a recomendação é migrar para a CIN o quanto antes, principalmente se o documento atual estiver desgastado ou com foto antiga.
A validade da nova identidade varia conforme a idade do cidadão, sendo limitada para crianças e jovens, mais longa para adultos e indeterminada para pessoas com 60 anos ou mais, reduzindo a necessidade de renovações.

Como emitir a Carteira de Identidade Nacional gratuitamente?
A legislação garante a gratuidade da primeira via da CIN, tanto na versão física quanto digital, desde que o cidadão cumpra os requisitos básicos exigidos pelos órgãos de identificação. Para isso, observe os passos práticos a seguir.
- Regularizar o CPF: é obrigatório estar sem pendências na Receita Federal.
- Agendar atendimento: procurar o órgão estadual responsável pela identidade.
- Levar certidão válida: nascimento ou casamento, física ou digital.
Por que a CIN é decisiva no combate a fraudes?
Antes da unificação, uma mesma pessoa podia emitir até 27 RGs diferentes, o que facilitava golpes e crimes de falsidade ideológica. Com a base nacional integrada, essa prática deixa de existir.
Qualquer perda, cancelamento ou irregularidade passa a ser replicada em todo o sistema público, protegendo dados pessoais e fortalecendo a segurança jurídica, além de reduzir burocracia em serviços bancários, sociais e governamentais.




