Em 2026, a maior aspirador oceânico entrou em operação usando barreiras flutuantes de mais de 2 km e correntes naturais para concentrar e remover plástico de forma contínua, protegendo a fauna e destinando resíduos à reciclagem.
A chamada maior aspirador do planeta entrou em operação em 2026 e marca um avanço histórico na luta contra a poluição marinha. A megaestrutura usa correntes naturais e engenharia de larga escala para remover plástico dos oceanos de forma contínua e sustentável.
Por que a poluição dos oceanos chegou a um ponto crítico?
A presença de plástico nos oceanos atingiu níveis alarmantes, com estimativas que superam 1,8 trilhão de fragmentos apenas na Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Esses resíduos ameaçam ecossistemas inteiros e entram na cadeia alimentar humana.
Redes de pesca abandonadas, embalagens e microplásticos persistem por décadas no ambiente marinho. Métodos tradicionais de limpeza se mostraram insuficientes, abrindo espaço para soluções tecnológicas capazes de atuar em escala global.

Como funciona a maior aspirador do planeta?
A tecnologia por trás da aspirador oceânico é passiva e não utiliza motores de sucção. O sistema aproveita vento e correntes para concentrar o lixo em uma zona central, como uma costa artificial em mar aberto. Entre os principais elementos, estão os seguintes.
- Barreira flutuante em U: estrutura com mais de 2 km que canaliza o plástico.
- Coração do sistema: área central onde os resíduos ficam concentrados.
- Movimento passivo: deslocamento lento que acompanha as correntes naturais.
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De que forma a vida marinha é protegida durante a coleta?
Um dos pilares do projeto é a proteção da vida marinha. A velocidade da barreira foi calculada para permitir que peixes, tartarugas e outros animais nadem para fora do sistema sem dificuldade.
As redes de retenção passaram por melhorias em 2026 e conseguem capturar resíduos plásticos microscópicos sem aprisionar organismos vivos. Isso torna a operação segura e reduz impactos negativos nos ecossistemas.

O que acontece com o plástico após sair do oceano?
Depois de concentrado, o lixo é removido por embarcações de apoio e segue para reciclagem em terra firme. O projeto aposta na economia circular, transformando resíduos em produtos de alto valor agregado, como você vê a seguir.
- Rastreabilidade total: cada lote de plástico é identificado e certificado.
- Produtos de valor: resíduos viram óculos, roupas e móveis de design.
- Autossustentação financeira: lucro é reinvestido na própria operação.
O avanço da maior aspirador do planeta coincide com a pressão internacional do Tratado Global contra a Poluição Plástica. A iniciativa mostra que tecnologia pode corrigir erros históricos, mas também levanta a reflexão final: limpar os oceanos basta ou é preciso reduzir drasticamente a produção de plástico?
