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Adeus às compras na Shein e na Temu: impostos de até 50% confirmados em itens importados da China afetam os compradores

André Rangel  Por André Rangel 
01/03/2026
Em Economia, Notícias

Desde o início de 2026, a importação de diversos produtos para o México passou a sofrer novos encargos tributários que encarecem diretamente o valor pago pelo consumidor, sobretudo em compras vindas da China e de outros países sem acordo comercial, afetando tanto lojas físicas quanto plataformas digitais e pressionando o modelo de consumo baseado em importações baratas via e-commerce.

O que muda com as novas tarifas de importação em 2026

As chamadas tarifas de importação são valores cobrados sobre mercadorias que entram em um país. No México, as novas regras estabeleceram alíquotas que podem chegar a 50% para 1.463 produtos de nações sem tratado de livre comércio, somando-se a tributos como o IVA (Imposto sobre Valor Agregado, semelhante ao ICMS no Brasil).

Segundo a Secretaria de Economia, o foco está em setores considerados sensíveis, com a intenção de proteger cadeias produtivas internas e preservar cerca de 350 mil empregos. Na prática, porém, esse cenário pressiona compras on-line internacionais e encarece o acesso a itens de baixo custo que vinham ganhando espaço no orçamento das famílias.

O truque que revela se o biquíni da Shein vale a pena

Como funciona a taxação de compras internacionais no Brasil em 2026

No Brasil, em 2026, a taxação sobre compras internacionais em plataformas como Shein e Temu segue lógica própria, mas com o mesmo objetivo de proteger a indústria e o comércio nacional. As alíquotas variam conforme o valor da compra e o tipo de mercadoria, o que muda bastante o impacto final no bolso.

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Para pequenos pacotes de até US$ 50, vigora a taxação federal de 20% (a “taxa das blusinhas”), somada ao ICMS estadual — que em muitos estados chegou a cerca de 20% em 2025. Como o ICMS é calculado “por dentro”, a carga pode se aproximar de 50% do valor da mercadoria, encarecendo roupas, acessórios e utilidades pessoais.

Como são tributadas compras acima de US$ 50 e o contexto global

Para compras acima de US$ 50, o Imposto de Importação de 60% continua valendo e, com o ICMS estadual, a tributação total facilmente ultrapassa 90% do valor do produto. Encomendas sem regimes especiais de isenção ficam menos vantajosas, empurrando parte da demanda para o varejo nacional ou para importadores formais.

Esse endurecimento não é exclusivo do Brasil: a União Europeia eliminou isenções para pequenas encomendas, e os Estados Unidos retiraram benefícios fiscais de grandes plataformas asiáticas em 2025. No Brasil, o governo ainda aumentou impostos de mais de mil itens importados — como smartphones e bens de capital — com o discurso de proteger a indústria nacional.

Tarifas de importação transformam o e-commerce – Créditos: depositphotos.com / Y-Boychenko

Quais produtos importados ficam mais caros e quais tendem a manter o preço em 2026

Em muitos casos, a tarifa máxima de 50% recai sobre segmentos que vinham crescendo graças à alta competitividade de preço frente à indústria local, afetando famílias e pequenos negócios que dependem de itens importados.

A seguir, veja alguns dos grupos de produtos mais afetados pelas novas alíquotas, bem como setores que tendem a ter impacto menor ou regras que se mantêm estáveis neste momento:

  • Ferramentas e equipamentos automotivos, incluindo pneus e acessórios para veículos;
  • Artigos de segurança, como cones, balizadores e postes refletivos;
  • Produtos de uso pessoal e de cuidado diário, como itens de beleza básica e utilidades de banho;
  • Materiais de higiene e limpeza, doméstica e institucional;
  • Materiais de papelaria e escritório, como cadernos, pastas, canetas e insumos de impressão;
  • Roupas, calçados e têxteis em geral, incluindo acessórios de vestuário;
  • Eletrodomésticos específicos, como ferros de passar e micro-ondas, com tarifas de até 30%;
  • Brinquedos e artigos para bebê, com cobrança de até 30%;
  • Joias, bijuterias e acessórios de moda, com tarifas de até 25%;
  • Móveis e artigos de decoração, com incidência máxima de 25%;
  • Televisores, refrigeradores e outros eletrônicos grandes, com tarifas entre 15% e 20% na TIGIE mexicana;
  • Equipamentos de informática e telefones celulares, em geral isentos de tarifa de importação pelo Acordo de Tecnologia da Informação, mas sujeitos ao IVA de 16%.

Selecionamos o vídeo do CNN Brasil Money que faz sucesso no Instagram e fala sobre o aumento das taxas de importação no país:

Como o consumidor pode se preparar e qual o impacto nas escolhas em 2026

Diante das novas tarifas sobre produtos importados, planejar compras internacionais deixou de ser detalhe e virou questão de sobrevivência financeira. A medida atinge tanto quem compra direto em sites estrangeiros quanto empresas que revendem no mercado interno, impactando toda a cadeia de preços e exigindo decisão muito mais calculada.

Agora é o momento de agir: revise suas listas de compras, compare com rigor os valores internos e externos já com impostos e frete, e ajuste sua estratégia de consumo antes que os novos custos desorganizem seu orçamento. Se você depende de produtos importados, comece hoje a mapear alternativas, renegociar fornecedores e buscar informação em canais oficiais — cada compra feita sem esse cuidado pode significar dinheiro perdido que não volta mais.

Tags: ComprasCompras internacionaisE-CommerceSheintarifas de importação

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