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Os 8 pontos-chave da reforma trabalhista: quais são as principais mudanças

André Rangel  Por André Rangel 
13/02/2026
Em Economia, Notícias
8 pontos da reforma que afetam seu contrato

8 pontos da reforma que afetam seu contrato - Créditos: Divulgação/Flickr

A reforma trabalhista no Brasil continua no centro das relações de emprego, especialmente após as mudanças de 2017. De lá para cá, ajustes legais, decisões da Justiça do Trabalho e novas demandas sociais — como saúde mental, modelos híbridos de jornada e gestão digital — vêm redefinindo como essas regras funcionam na prática, em um cenário que busca conciliar flexibilidade contratual, proteção social e acompanhamento tecnológico constante.

Principais pontos da reforma trabalhista em vigor em 2026

A reforma trabalhista de 2017 segue como base da legislação, com destaque para a prevalência do acordado sobre o legislado em vários temas, a criação do trabalho intermitente, a terceirização ampla e a contribuição sindical facultativa. Em 2026, esses pilares convivem com interpretações mais rígidas quanto à dignidade, saúde e descanso do trabalhador.

Continuam válidas regras como fracionamento de férias em até três períodos, teletrabalho regulado em contrato e desligamento por comum acordo, com regras específicas de FGTS e benefícios. A Justiça do Trabalho e o STF vêm delimitando abusos, reforçando direitos mínimos e combatendo fraudes em contratações atípicas.

Aqui estão os 8 pontos-chave que definem essa mudança:

Ponto-chave O que mudou com a reforma Impacto prático
Acordado sobre o legislado Convenções e acordos coletivos passaram a prevalecer sobre a CLT em diversos temas. Maior flexibilidade em jornada, banco de horas e condições negociadas.
Fracionamento de férias Possibilidade de dividir as férias em até três períodos. Um período mínimo de 14 dias e os demais com pelo menos 5 dias cada.
Trabalho intermitente Criação de modalidade com convocação conforme necessidade. Pagamento proporcional às horas ou dias trabalhados, com direitos proporcionais.
Contribuição sindical facultativa Fim da obrigatoriedade do imposto sindical. Desconto somente com autorização prévia e expressa do trabalhador.
Demissão por comum acordo Rescisão consensual entre empresa e empregado. Pagamento parcial de verbas rescisórias e saque limitado do FGTS.
Teletrabalho (home office) Regulamentação formal do trabalho remoto. Definição contratual sobre equipamentos e despesas.
Jornada 12×36 Escala pode ser pactuada por acordo individual escrito. Dispensa obrigatória de negociação sindical em todos os casos.
Terceirização ampla Permissão para terceirizar qualquer atividade da empresa. Inclui atividades-fim, ampliando a possibilidade de contratação externa.

Aplicação prática da reforma trabalhista em 2026

Na prática, vigora um modelo híbrido: a lei de 2017 permanece, mas é filtrada por novas normas, decisões judiciais e maior fiscalização digital. A discussão sobre redução da jornada semanal, escalas em domingos e feriados e a efetividade do descanso ocupa grande parte das negociações coletivas.

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Ao mesmo tempo, o eSocial e outros sistemas oficiais centralizam dados de vínculos, jornadas e contribuições, permitindo cruzamentos automáticos. Questões ligadas à saúde mental — como metas abusivas, assédio organizacional e jornadas exaustivas — passaram a ser tratadas como riscos ocupacionais relevantes.

Como funciona hoje a prevalência do acordado sobre o legislado

O princípio de que acordos e convenções coletivas podem prevalecer sobre a lei segue vigente, mas com limites claros: não é permitido reduzir direitos constitucionais mínimos, como FGTS, 13º, férias com 1/3, salário mínimo e normas de saúde e segurança. A Justiça exige participação sindical efetiva e transparência para validar cláusulas.

Na rotina das empresas e sindicatos, a negociação coletiva costuma se concentrar em temas que exigem adaptação setorial e flexibilidade operacional, sempre vigiados pela jurisprudência e pela fiscalização trabalhista.

  • Modelos de banco de horas e formas de compensação de jornada;
  • Distribuição de intervalos intrajornada e escalas especiais de trabalho;
  • Regras detalhadas de home office e fornecimento de equipamentos;
  • Adicionais, metas e critérios de remuneração variável e premiações.
8 pontos da reforma que afetam seu contrato – Créditos: depositphotos.com / Mehaniq

Teletrabalho, plataformas digitais e novas formas de vínculo

O teletrabalho se consolidou com contratos mais detalhados sobre reembolso de despesas, ergonomia, controle de jornada e direito à desconexão. A responsabilização por acidentes e doenças relacionados ao home office também ganhou espaço, com exigência de políticas internas claras.

Já o trabalho em plataformas digitais permanece em debate no STF e no Congresso, com propostas de uma “terceira via” entre autônomo puro e empregado clássico. Esse modelo busca garantir previdência, seguro contra acidentes e transparência algorítmica, sem romper totalmente a flexibilidade típica desses serviços.

Tendências, saúde mental e próximos passos na reforma trabalhista

A proteção à saúde mental e o uso intensivo de fiscalização digital apontam para um cenário em que metas impossíveis, pressão excessiva e disponibilidade permanente podem gerar pesadas condenações. O CPF como identificador único no eSocial intensifica cruzamentos de dados e torna mais difícil esconder irregularidades trabalhistas.

Se você é trabalhador, gestor de RH, advogado ou empresário, o momento de revisar contratos, políticas internas e práticas de gestão é agora. Adiar essa adequação pode significar multas, ações judiciais e perda de competitividade em poucos meses; busque orientação especializada imediatamente e atualize suas rotinas antes que o passivo trabalhista se torne irreversível.

Tags: contratojornada de trabalhoNovas regrasreforma trabalhista

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