O sistema de aposentadoria por idade e tempo de contribuição na Bulgária entra em uma nova fase a partir de 2026, com regras mais rígidas para homens e mulheres, que elevam a idade mínima e o tempo de serviço exigidos, em linha com reformas previdenciárias na Europa e no Brasil para lidar com o envelhecimento populacional e a sustentabilidade financeira.
Quais serão as novas idades de aposentadoria na Bulgária em 2026
A idade de aposentadoria na Bulgária em 2026 sobe novamente: mulheres precisam ter 62 anos e 8 meses, enquanto homens devem atingir 64 anos e 10 meses, mantendo o ajuste gradual previsto em lei. Em relação a 2025, o acréscimo é de 2 meses para elas e 1 mês para eles, reforçando o aumento paulatino da idade mínima.
O plano aprovado em 2015 projeta que a idade de aposentadoria alcance 65 anos para ambos os sexos por volta de 2037. Essa tendência acompanha outros países europeus e o Brasil, onde reformas recentes também empurram a aposentadoria para mais tarde, exigindo planejamento antecipado do trabalhador.

Como ficará o tempo de contribuição exigido para se aposentar em 2026
Além da idade mínima, o tempo de serviço necessário para se aposentar também aumenta em 2026. Homens passam a precisar de 40 anos completos de contribuição, e mulheres, de 37 anos completos, com acréscimo de 2 meses em relação ao período anterior.
Esse aumento continuará até 2027, consolidando a exigência de 40 anos de serviço para homens e 37 para mulheres. Carreiras com muita informalidade ou desemprego tendem a sofrer mais para alcançar os requisitos completos e garantir uma pensão integral.
Quais são as regras de aposentadoria na Bulgária e no Brasil em 2026
Em 2026, Bulgária e Brasil avançam em regras mais duras, combinando idade mínima e tempo de contribuição para tentar equilibrar contas públicas e proteção social. Enquanto a Bulgária acelera o aumento gradual da idade e do serviço, o Brasil aprofunda as regras de transição do INSS.
- Homens em 2026 (Bulgária): 64 anos e 10 meses de idade + 40 anos de contribuição;
- Mulheres em 2026 (Bulgária): 62 anos e 8 meses de idade + 37 anos de contribuição;
No Brasil, a partir de 1º de janeiro de 2026, as regras de transição da Reforma da Previdência ficam mais rigorosas para quem busca se aposentar antes da idade mínima definitiva. Veja os principais parâmetros comparativos:
- Regra da Idade Mínima Progressiva (INSS – 2026): 59 anos e 6 meses + 30 anos de contribuição para mulheres; 64 anos e 6 meses + 35 anos para homens;
- Regra por Pontos (INSS – 2026): 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens (soma de idade + tempo de contribuição);
- Aposentadoria por idade (regra geral no Brasil): 62 anos para mulheres e 65 para homens, com mínimo de 15 anos de contribuição (20 anos para homens que ingressaram após a reforma).

O que muda na aposentadoria especial por categoria de trabalho
As mudanças também afetam quem atua em trabalho de primeira e segunda categoria, geralmente ligado a atividades pesadas ou de risco. A partir de 2026, na primeira categoria, mulheres só poderão se aposentar aos 51 anos e 8 meses e homens aos 54 anos e 8 meses, com aumento de 4 meses para elas e 2 meses para eles em relação a 2025.
Na segunda categoria de trabalho, a idade mínima para aposentadoria especial passa para 56 anos e 8 meses para mulheres e 59 anos e 8 meses para homens. O cronograma prevê elevações anuais até chegar a 55 anos na primeira categoria e 60 anos na segunda, para ambos os sexos, em um cenário semelhante ao debate brasileiro sobre endurecimento das regras e preservação do valor real dos benefícios.
Qual é o futuro da aposentadoria e por que você precisa agir agora
Com o avanço do envelhecimento demográfico e o aumento contínuo das exigências de idade e contribuição, fica evidente que tanto na Bulgária quanto no Brasil a aposentadoria tende a ser mais tardia, seletiva e dependente de um histórico de contribuições consistente. Quem se organiza cedo, revisa seus dados e entende todas as regras tem mais chances de garantir um benefício adequado.
Não espere a próxima mudança de lei para reagir: revise hoje seu tempo de contribuição, simule cenários, reúna documentos e, se possível, procure um profissional especializado em previdência. Cada ano perdido pode significar adiar sua aposentadoria ou reduzir o valor do benefício; o melhor momento para agir é agora, enquanto ainda há tempo para corrigir rotas e proteger o seu futuro financeiro.




