A retomada total dos sistemas do INSS após migração da Dataprev encerra uso de mainframes. A nova arquitetura distribuída aumenta estabilidade, acelera benefícios, reforça segurança e normaliza Meu INSS, agências e Central 135.
A retomada total dos serviços do INSS após a pausa técnica marca o fim de uma das maiores modernizações tecnológicas da previdência brasileira. A mudança traz mais estabilidade, rapidez no processamento de benefícios e menor risco de falhas nacionais.
O que motivou a interrupção dos serviços do INSS?
A paralisação foi necessária para concluir a migração completa dos sistemas operacionais. A Dataprev desligou definitivamente os antigos computadores de grande porte, conhecidos como mainframes, que sustentavam a base previdenciária há décadas.
Essa transição não foi pontual, mas estrutural. Todo o processamento passou a ocorrer em uma arquitetura moderna, distribuída e microprocessada, capaz de lidar melhor com o alto volume de acessos diários do aplicativo e do portal Meu INSS.
Confira o vídeo compartilhado pelo canal do TikTok agoraenoticia falando sobre as novas mudanças do Meu INSS após um período de 5 dias sem funcionar.
@agoraenoticia A Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal, concluiu hoje a modernização de sistemas do INSS, restabelecendo a normalidade do app Meu INSS, da central 135 e de todos os atendimentos presenciais. #noticias #informação #economia #atendimento #inss ♬ som original – Notícias em Foco
Quais são os ganhos práticos da nova tecnologia?
A modernização gera benefícios diretos para o cidadão e para o funcionamento interno do órgão. Entre os principais avanços observados com o novo sistema, estão os seguintes pontos.
- Maior estabilidade: redução das quedas nacionais que afetavam milhões de acessos simultâneos.
- Processamento mais rápido: inclusão e revisão de benefícios passam a ocorrer em menos tempo.
- Segurança ampliada: novas camadas de proteção reduzem fraudes e acessos indevidos.
Como ficaram os canais de atendimento após a normalização?
Com o fim da migração, os canais do INSS voltaram a operar normalmente. Agências físicas retomaram atendimentos, a Central 135 voltou ao funcionamento integral e os serviços digitais foram restabelecidos de forma gradual.
O aplicativo Meu INSS funciona plenamente, embora possa apresentar lentidão pontual em horários de pico. Funcionalidades mais complexas, como simulações e cruzamentos de dados, foram reativadas por último para garantir consistência das informações.

Quais orientações o segurado deve seguir nos primeiros dias?
Mesmo com os sistemas estabilizados, a demanda represada exige atenção para evitar frustrações. Para melhorar a experiência, o próprio INSS recomenda observar as práticas abaixo.
- Preferir horários alternativos: acessos fora do horário comercial reduzem lentidão.
- Conferir reagendamentos: atendimentos cancelados durante a pausa receberam prioridade.
- Acompanhar prazos: alguns serviços tiveram datas estendidas por causa da interrupção.
Leia também: Salário bloqueado por banco ou decisão judicial? Saiba o que fazer agora para liberar o dinheiro e evitar abusos
Qual o papel da biometria na nova fase do INSS?
Com a nova plataforma, a exigência de biometria se tornou mais frequente em operações sensíveis, como desbloqueio de consignados e validações cadastrais. Isso aumenta a segurança e reduz riscos financeiros ao segurado.
Apesar de exigir mais atenção do usuário, a biometria reforça a confiabilidade do sistema. Com mais velocidade técnica e menos gargalos, o desafio do INSS agora passa a ser a gestão humana da fila, que tende a melhorar com o processamento acelerado.




