O novo RG único adotou o CPF como identificação nacional, eliminou números estaduais e ampliou a segurança. A CIN traz versão física e digital, QR Code, biometria e integração nacional, reduzindo fraudes e facilitando acesso a serviços.
O Novo RG único entra de vez na rotina dos brasileiros em 2026 ao unificar a identificação nacional pelo CPF. A Carteira de Identidade Nacional elimina números diferentes por estado, reduz fraudes e simplifica o acesso a serviços públicos e privados.
O que muda com o novo RG único em 2026?
A principal mudança da Carteira de Identidade Nacional é o uso exclusivo do CPF como número de identificação. Isso encerra a antiga prática de um RG diferente por estado, problema que dificultava cadastros, validações e favorecia falhas de segurança.
A CIN foi criada pela Lei nº 14.534/2023 e passou a ser adotada nacionalmente com foco em padronização, segurança e integração digital. O documento possui versão física e digital, válida em todo o país e aceita em diversos serviços oficiais.

Quais são as diferenças entre o RG antigo e a CIN?
Na prática, o novo documento traz mudanças claras em numeração, formato e segurança. A comparação ajuda a entender por que o RG antigo será gradualmente substituído e por que o governo acelera essa transição, como mostrado nos pontos abaixo.
- Numeração: O RG antigo permitia até 27 números diferentes, enquanto a CIN usa apenas o CPF.
- Formato: O modelo antigo era apenas físico, já a CIN existe em versão física e digital.
- Segurança: A CIN inclui QR Code e biometria, reduzindo riscos de falsificação.
- Uso internacional: O novo RG possui código MRZ, semelhante ao usado em passaportes.
Quais documentos são exigidos para emitir o novo RG?
O processo foi simplificado para facilitar o acesso à CIN gratuita. Em 2026, o cidadão precisa apresentar poucos documentos, e a coleta biométrica é feita no local, garantindo maior precisão na identificação e integração ao banco de dados nacional.
A foto é tirada digitalmente no atendimento, alimentando o sistema de reconhecimento facial. Essa etapa é fundamental para evitar duplicidades e garantir que cada CPF esteja vinculado a apenas uma identidade válida em todo o território nacional.
Como a CIN aumenta a segurança e reduz fraudes?
A unificação dos dados criou um banco nacional biométrico, impedindo que uma mesma pessoa emita múltiplas identidades. O sistema cruza digitais e reconhecimento facial, bloqueando automaticamente tentativas de emissão duplicada.
Segundo o Ministério da Gestão, a validação por QR Code oficial permite que bancos, policiais e órgãos públicos confirmem a autenticidade do documento em segundos, reduzindo golpes ligados a falsidade ideológica e estelionato de identidade.

Quais são os prazos de validade e dicas importantes?
Embora o RG antigo só perca validade em 2032, o governo definiu metas de digitalização até 2028. Entender a validade da CIN evita atrasos e transtornos, especialmente para quem depende do documento em serviços essenciais.
- Até 12 anos: A CIN tem validade de 5 anos.
- De 12 a 60 anos: O documento vale por 10 anos.
- Acima de 60 anos: A identidade tem validade indeterminada e não precisa ser renovada.
A Carteira de Identidade Nacional consolida o CPF como chave única do cidadão brasileiro e marca um avanço definitivo na segurança, na praticidade e na digitalização da vida civil no país.




