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A psicologia revela que as pessoas que possuem entre 55 e 65 anos adquiriram essas habilidades mentais raras hoje em dia

André Rangel  Por André Rangel 
25/01/2026
Em Notícias, Saúde
Esse jeito de pensar vem de uma infância muito diferente

Esse jeito de pensar vem de uma infância muito diferente

Ao ouvir relatos de quem cresceu nas décadas de 1960 e 1970, fica claro como esse grupo compartilha um “jeito de ser” muito próprio: hábitos parecidos, visão de mundo prática e uma forma direta de encarar dificuldades, moldadas por um contexto com menos abundância material, poucas distrações tecnológicas e laços comunitários mais intensos.

Quais eram as condições de vida nas décadas de 60 e 70?

Nessas décadas, a rotina era mais simples e previsível, com menos consumo, menos telas e mais contato cara a cara. Brincadeiras de rua, convivência com vizinhos e participação em tarefas domésticas eram parte do dia a dia.

A ausência de facilidades atuais influenciava a forma de aprender, trabalhar e se relacionar. Em vez de estímulos digitais constantes, havia interações presenciais frequentes, que fortaleciam o senso de comunidade e a cooperação entre gerações.

Esse jeito de pensar vem de uma infância muito diferente
Esse jeito de pensar vem de uma infância muito diferente

Quais foram as principais forças mentais desenvolvidas nesse período?

A principal é resiliência emocional, construída a partir de limites claros, frustrações frequentes e poucas opções de lazer. Muitos começavam a trabalhar cedo, aprendendo disciplina, paciência e foco em processos longos.

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Outra força marcante era a autonomia prática: em um cenário com poucos serviços, as famílias precisavam “dar um jeito” em consertos, organização da casa e soluções do cotidiano. Isso gerava senso de responsabilidade e criatividade diante de recursos escassos.

Como a resiliência emocional se manifestava na prática?

Com contextos políticos tensos, crises econômicas e estruturas familiares mais rígidas, as pessoas foram treinadas a seguir em frente mesmo sem garantias. Em vez de esperar conforto e segurança total, aprendiam a lidar com incertezas constantes.

Essa resiliência incluía habilidades emocionais que hoje ainda são diferenciais em ambientes profissionais, acadêmicos e pessoais, como a forma de encarar frustrações e adiar prazeres imediatos.

  • Tolerância à frustração: entender que nem tudo sai como o planejado.
  • Capacidade de adiar recompensas: estudar, trabalhar e economizar antes de usufruir.
  • Compromisso com rotinas: seguir horários, regras e responsabilidades com constância.

O que as gerações atuais podem aprender com essas forças mentais?

No cenário hiperconectado de 2025, algumas dessas forças podem ser adaptadas, sem romantizar o passado. A ideia é equilibrar tecnologia com paciência, foco e presença, criando vidas menos reativas e mais intencionais.

Trabalhar a paciência em projetos de longo prazo, reduzir excessos de estímulos e valorizar redes de apoio são práticas que resgatam o espírito comunitário e a robustez psicológica, sem abandonar os recursos digitais que facilitam a rotina.

Característica Como se manifestava Diferença em relação ao presente
Independência sem aplausos A mentalidade do “faça você mesmo” permitia agir sem necessidade de validação externa constante. Contrasta com a cultura atual, fortemente ligada a curtidas, comentários e reconhecimento online.
Relação prática com as emoções Emoções eram reguladas para manter foco em objetivos de longo prazo, mesmo com menor verbalização. Hoje há maior exposição emocional, porém nem sempre acompanhada de autorregulação.
Confiança social presencial Interações face a face frequentes fortaleciam habilidades de comunicação espontânea. Atualmente, muitas interações são mediadas por mensagens e planejadas com antecedência.
Mentalidade de improviso Capacidade de resolver problemas com poucos recursos e adaptação constante. Difere do modelo atual mais dependente de soluções prontas e consumo imediato.
Paciência para prazos longos Esperar respostas e resultados fazia parte do cotidiano, fortalecendo a tolerância ao tempo. Em contraste com a cultura atual de imediatismo e respostas instantâneas.
Identidade bem estabelecida Construída a partir de ações, valores e estilo de vida, não de comparações constantes. Hoje, a identidade muitas vezes é influenciada por recortes idealizados das redes sociais.

Como adaptar essa resiliência ao mundo digital de hoje?

Integrar a resiliência das décadas de 60 e 70 ao mundo atual exige estabelecer limites claros de uso de telas, períodos de descanso real e atividades que estimulem concentração profunda. Tecnologia deixa de ser apenas entretenimento e passa a ser ferramenta consciente.

Agora é o momento de agir: escolha um hábito para mudar hoje — desligar o celular em determinados horários, retomar encontros presenciais ou ensinar crianças sobre responsabilidade digital. Quanto mais você adiar, mais o imediatismo ocupa espaço na sua mente; comece já a construir uma resiliência emocional à altura dos desafios que estão vindo.

Tags: anos 60 e 70forças mentaisgeraçãoinfânciaresiliência

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