A prefeitura de Camaçari proibiu churrasqueiras nas praias para ordenar a orla, reduzir riscos e preservar o ambiente. A regra vale no verão, prevê apreensão de equipamentos e atinge todo o litoral, incluindo Guarajuba e Itacimirim.
A proibição do churrasquinho nas praias de Camaçari entrou em vigor no auge do verão de 2026 e provocou debates entre turistas, moradores e ambulantes. A medida busca ordenar a orla, reduzir riscos e preservar o ambiente durante a alta temporada.
O que muda com a proibição do churrasco nas praias?
A nova regra veta o uso de churrasqueiras em áreas públicas de banho, incluindo areia e calçadões. A portaria foi assinada no fim de 2025 e tem validade até março de 2026, período que concentra férias e Carnaval.
Segundo a prefeitura, o foco principal é conter o comércio irregular e melhorar a experiência do visitante. A fiscalização passa a agir de forma mais rigorosa, especialmente em pontos com grande circulação de banhistas e famílias.

O que diz a portaria municipal em vigor?
A determinação estabelece critérios claros para o uso da orla e autoriza ações imediatas dos agentes públicos. Entre as principais diretrizes adotadas pela gestão municipal, destacam-se os pontos a seguir.
- Recolhimento de equipamentos: churrasqueiras, espetos e materiais inflamáveis podem ser apreendidos.
- Combate ao comércio irregular: venda de alimentos sem licença sanitária passa a ser coibida.
- Prazo definido: restrição válida de dezembro de 2025 até março de 2026.
Quais praias de Camaçari são afetadas pela regra?
A proibição do churrasquinho vale para todo o litoral do município, um dos mais procurados da Bahia. A intenção é garantir padrão único de organização, evitando o deslocamento do problema entre praias vizinhas.
Locais como Guarajuba, Itacimirim, Arembepe, Jauá e Barra do Pojuca estão incluídos. Essas áreas recebem grande fluxo de visitantes e excursões, o que exige controle maior para manter limpeza e segurança.

Por que a prefeitura decidiu proibir churrasqueiras?
De acordo com a administração municipal, a decisão se apoia em critérios técnicos e preventivos. A combinação de grande público, calor intenso e uso de fogo elevou alertas, levando à adoção da medida pelos motivos listados abaixo.
- Segurança pública: redução do risco de queimaduras e acidentes com crianças.
- Preservação ambiental: evitar cinzas, carvão e gordura na areia e no mar.
- Ordenamento da orla: mais espaço livre e melhor circulação de banhistas.
No conjunto, a restrição sinaliza uma mudança no modelo de gestão das praias de Camaçari. A expectativa do poder público é equilibrar lazer, segurança e preservação ambiental, entregando uma experiência mais organizada e sustentável para moradores e turistas ao longo do verão de 2026.




