As novas regras de financiamento imobiliário em 2026 ampliam limites, permitem mais de um contrato conforme renda, ajustam cotas por amortização e exigem critérios de sustentabilidade, facilitando crédito para construção e investimento.
As novas regras de financiamento imobiliário em 2026 mudam de forma significativa o acesso ao crédito para construção no Brasil. As atualizações ampliam limites, flexibilizam contratos e tornam a sustentabilidade um critério obrigatório em projetos de maior valor.
O que muda no financiamento para construção em 2026?
O novo cenário elimina restrições antigas e moderniza critérios de concessão de crédito, permitindo maior flexibilidade para famílias e investidores. As regras refletem um esforço de ampliar o acesso ao crédito imobiliário sem comprometer a segurança financeira.
Além da ampliação de limites e modalidades, as mudanças alinham o financiamento habitacional às tendências de eficiência energética, previsibilidade regulatória e estímulo à construção formal, criando um ambiente mais favorável ao planejamento de obras de médio e longo prazo.
Confira o vídeo compartilhado pelo canal do YouTube Engenheiros Do Zero | Rafael Wainer falando sobre as novas mudanças no crédito imobiliário em 2026 que irá ajudar muitas pessoas a conquistarem os sonhos da casa própria.
Quem pode contratar mais de um financiamento imobiliário?
A principal mudança elimina o bloqueio para quem já possui contrato ativo, permitindo múltiplos financiamentos desde que a renda comporte o compromisso mensal. Essa flexibilização abre espaço para novos perfis de compradores e investidores. Entre os pontos mais relevantes estão os seguintes.
- Contratos simultâneos permitidos com recursos da poupança imobiliária.
- Limite de 30% da renda comprometida com prestações mensais.
- Planejamento financeiro ampliado para famílias e investidores.
Como ficam as cotas e sistemas de amortização?
As regras atualizadas ajustam o percentual financiável conforme o sistema de amortização escolhido, oferecendo opções para perfis distintos. Quem busca parcelas decrescentes ou valores fixos passa a contar com maior clareza nas condições.
No sistema com parcelas decrescentes, o financiamento pode alcançar até 80% do valor total do imóvel, enquanto a modalidade de parcelas fixas mantém limite menor, priorizando previsibilidade e controle de longo prazo.

Qual o novo limite do SFH e quando entra o SFI?
O teto do sistema de crédito habitacional com juros regulados foi ampliado, permitindo financiar imóveis de valor mais elevado. Para projetos acima desse limite, entram regras específicas voltadas a construções de alto padrão. Nesse contexto, destacam-se os pontos abaixo.
- Limite ampliado para enquadramento em linhas com juros mais baixos.
- Uso do sistema alternativo para imóveis acima do novo teto.
- Reabertura do crédito para construções residenciais de alto valor.
Por que sustentabilidade e juros tornam 2026 estratégico?
A exigência de critérios ambientais em financiamentos maiores torna a sustentabilidade parte central do acesso ao crédito, incentivando projetos mais eficientes em consumo de água, energia e conforto ambiental.
Somada à maior liquidez do mercado e à tendência de juros mais baixos, essa combinação torna 2026 um ano estratégico para construir, financiar e investir, especialmente para quem busca alavancagem planejada e valorização patrimonial no médio prazo.
