O auxílio-acidente em 2026 é indenização mensal do INSS paga a trabalhadores com sequelas permanentes. Corresponde a 50% do salário de benefício, pode ser acumulado com salário e vale até a aposentadoria.
O auxílio-acidente segue em 2026 como uma indenização mensal vitalícia do INSS para trabalhadores com sequelas permanentes, mesmo que continuem empregados. O benefício pode ser acumulado com salário e representa reforço importante de renda após a redução da capacidade laboral.
O que é o auxílio-acidente e como ele funciona em 2026?
O auxílio-acidente é uma indenização mensal paga quando, após um acidente, ficam sequelas definitivas que reduzem a capacidade para a atividade habitual. Diferente de afastamentos temporários, ele não exige incapacidade total e permite trabalhar normalmente.
Em 2026, o pagamento corresponde a 50% do salário de benefício e é mantido até a aposentadoria ou falecimento. Por ter natureza indenizatória, o valor pode ser inferior ao salário mínimo, sem impedir vínculo formal de trabalho.
Confira o vídeo compartilhado pelo advogado do canal do YouTube Ricardo Azevedo | Advogado falando sobre a indenização vitalícia para trabalhadores com sequelas permanentes.
Quem tem direito ao auxílio-acidente do INSS?
A legislação restringe o benefício a categorias específicas de segurados, excluindo contribuintes individuais e facultativos. Para identificar quem pode solicitar, considere os grupos elegíveis apresentados a seguir.
- Empregados com carteira assinada, urbanos ou rurais.
- Trabalhadores avulsos intermediados por sindicatos.
- Segurados especiais e empregados domésticos.
Quais tipos de acidente dão direito ao benefício?
Muitos acreditam que apenas acidentes de trabalho geram o direito, mas a lei reconhece acidentes de qualquer natureza. O ponto central é a existência de sequela permanente que reduza a capacidade para a função exercida.
São aceitos acidentes domésticos, de trânsito, agressões e até doenças ocupacionais que deixem limitações definitivas. O local ou o momento do evento não elimina o direito, desde que a sequela seja comprovada.

Como funciona a perícia e a definição do valor pago?
Na perícia, o foco não é a doença atual, mas a existência de sequela definitiva e sua interferência no trabalho habitual. A avaliação considera perda funcional, limitação de movimentos ou redução de desempenho profissional.
O valor é calculado sobre a média contributiva, resultando em 50% do salário de benefício. Mesmo limitações mínimas geram direito, pois o grau de redução não impede a concessão da indenização mensal.
Quais cuidados aumentam as chances de aprovação do auxílio-acidente?
O sucesso do pedido depende de timing correto, provas técnicas e estratégia adequada. Atenção a práticas essenciais que costumam definir a concessão do benefício, conforme os pontos práticos a seguir.
- Solicitar após a alta médica, nunca durante afastamento ativo.
- Levar laudos detalhados que expliquem a sequela e a profissão.
- Avaliar a via judicial em caso de negativa administrativa.


