Em 2026, a indução se mostra mais econômica que o gás pela eficiência térmica de até 95%, contra 45% a 55% do fogão tradicional. Menor perda de calor, preparo mais rápido e gasto médio por refeição ajudam a reduzir custos.
Com o custo de vida mais alto em 2026, a escolha entre fogão a gás e cooktop de indução deixou de ser estética e passou a ser financeira. A diferença real está na eficiência térmica, que define quanto da energia paga vira calor útil no preparo dos alimentos.
Por que a eficiência térmica define qual opção é mais econômica?
A eficiência térmica mede quanto da energia consumida é realmente aproveitada no cozimento. No fogão a gás, boa parte do calor se dissipa no ar, nas grades e na lateral da panela, gerando desperdício constante durante todo o uso.
No cooktop de indução, o processo é diferente. Um campo eletromagnético aquece diretamente o fundo da panela, reduzindo perdas. Enquanto o gás aproveita cerca de 45% a 55% do calor gerado, a indução pode atingir até 95% de aproveitamento.

Onde estão as principais diferenças entre indução e gás em 2026?
Na comparação direta, a vantagem do cooktop de indução aparece em desempenho, segurança e consumo real. Esses fatores explicam por que, mesmo usando eletricidade, ele tende a ser mais barato no dia a dia, como mostram os pontos abaixo.
- Eficiência energética: indução aproveita até 95% do calor enquanto o gás perde mais da metade
- Tempo de preparo: indução ferve água em até metade do tempo do fogão tradicional
- Perda de calor: indução mantém a cozinha fria e aquece apenas a panela
Por que a conta de luz não sobe como muita gente imagina?
O erro comum é olhar apenas para a potência elétrica do cooktop. Apesar de exigir uma rede mais robusta, o equipamento opera por menos tempo, já que transfere calor de forma direta e acelera etapas como fervura e cozimento prolongado.
Além disso, sensores modernos entregam apenas a energia necessária para manter a temperatura. Esse controle preciso evita picos inúteis de consumo, algo comum no gás, onde a chama continua queimando mesmo sem necessidade térmica real.
Pra você que está pensando em comprar um cooktop por indução, confira o vídeo compartilhado pelo canal do TikTok 503.house falando sobre a experiência e expectativas de ter um em casa.
@503.house Se você está pensando em comprar um cooktop de indução, a minha dica é: pode comprar sem medo, você não vai se arrepender ✨️ Por aqui sempre uso na janta, praticamente todos os dias do mês, e também algumas vezes durante o dia pra cozinhar algo mais rápido. Ele sempre foi integrante aqui do apê, então não tenho uma conta de energia antiga pra efeito de comparação, mas quando fico sem usar ele, percebo que a conta não reduz de forma significativa. O meu é da @philcobrasil e não tenho o que reclamar! É uma das opções mais em conta do mercado e nunca me deu dor de cabeça, sou completamente apaixonada 🥰 Ah, caso queria o ID dos tapetinhos de silicone da Shopee, tá aqui: BDX-FMR-FVZ Já me segue pra receber mais conteúdos como esse e deixe seu comentário ❤️ #cozinhaplanejadapequena #cozinhaplanejada #cozinhapequena #fyp #apemrv #cooktopinducao ♬ New Beginnings – DJ Okisho
Quanto custa cozinhar na indução e quando o investimento compensa?
Em média, preparar uma refeição completa no cooktop de indução custa cerca de R$ 0,74, enquanto no gás esse valor sobe para aproximadamente R$ 0,92, considerando preços e eficiência média em 2026. A economia aparece ao longo do mês.
- Modelos acessíveis: versões portáteis custam a partir de R$ 280
- Custo-benefício urbano: ideal para apartamentos pequenos e cozinhas integradas
- Economia indireta: menos calor reduz uso de ventiladores e ar-condicionado
Apesar do investimento inicial maior e da exigência de panelas magnéticas, a indução se paga com o tempo. Em cenários urbanos, ela entrega menor custo por refeição, mais conforto térmico e maior segurança no uso diário.




