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Tanque de combustível cheio por R$ 10 e frota com 22 anos revelam o colapso silencioso do transporte na Venezuela

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
08/01/2026
Em Economia
Tanque de combustível cheio por R$ 1,75 e frota com 22 anos revelam o colapso silencioso do transporte na Venezuela

Gasolina barata contrasta com frota velha e indústria automotiva quase paralisada

Na Venezuela, a gasolina custa centavos, mas a frota tem idade média de 22,5 anos. Salários baixos, produção automotiva quase paralisada e escassez de carros novos tornam o veículo inacessível, apesar do combustível barato.

A Venezuela vive um contraste extremo no setor automotivo. Mesmo tendo um dos combustíveis mais baratos do planeta, o país circula com uma frota envelhecida e mantém fábricas praticamente paradas, resultado direto de queda de renda, baixa produção e dificuldade de renovação dos veículos.

Por que a gasolina custa centavos e o carro segue inacessível?

No fim de 2025, o litro da gasolina era vendido por cerca de US$ 0,035. Abastecer um tanque de 50 litros custava aproximadamente US$ 1,75, valor equivalente a menos de R$ 10 no câmbio comercial de janeiro de 2026.

Esse preço simbólico, porém, não se converte em acesso a veículos. Com o salário mínimo congelado desde 2022 e forte desvalorização da moeda, o consumo se concentra em itens básicos, deixando a compra de carros novos fora da realidade da maioria.

Tanque de combustível cheio por R$ 10 e frota com 22 anos revelam o colapso silencioso do transporte na Venezuela
Preço simbólico do combustível não compensa a queda extrema do poder de compra

O que levou a frota venezuelana a ultrapassar 22 anos de idade?

Estudos do setor apontam que a frota do país atingiu 22,5 anos de idade média. Sem reposição regular de veículos, o mercado passou a priorizar manutenção, adaptações e reaproveitamento de peças para manter os automóveis antigos em circulação.

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Como a indústria automotiva saiu do auge para a quase paralisação?

A produção local já foi relevante. Em 2007, o país fabricou 172.418 veículos, consolidando-se como polo regional de montagem. A proximidade com os Estados Unidos e a renda do petróleo sustentaram esse crescimento por décadas.

Com o tempo, restrições cambiais, dificuldade de importar componentes e instabilidade econômica interromperam cadeias produtivas. Dependentes de peças externas, as linhas de montagem foram sendo desativadas gradualmente.

Tanque de combustível cheio por R$ 10 e frota com 22 anos revelam o colapso silencioso do transporte na Venezuela
Indústria automotiva saiu do auge para paralisação por restrições econômicas

Qual é o papel das autopeças e das importações atualmente?

Com a fabricação de veículos praticamente estagnada, o setor de autopeças assumiu protagonismo. A indústria opera com cerca de 30% da capacidade instalada, enquanto importações suprem boa parte da demanda por manutenção, como se observa a seguir.

  • Ociosidade industrial: cerca de 70% das máquinas sem operação contínua
  • Pressão externa: importações bilionárias de peças, sobretudo da Ásia
  • Montagem por kits: tentativas pontuais com parceiros internacionais

O que realmente diferencia a Venezuela de outros países da região?

A diferença não está no valor do combustível, mas no poder de compra da população, na capacidade industrial e na previsibilidade econômica. Sem esses pilares, a gasolina barata perde relevância prática.

Enquanto outros países convivem com envelhecimento gradual da frota, na Venezuela manter um carro com mais de duas décadas de uso virou regra. O custo real para o motorista não está no tanque, mas em manter o veículo funcionando.

Tags: Gasolina baratapoder de compraVenezuela

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