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Mudanças no contrato de aluguel coloca em alerta inquilinos: o que olhar no contrato em 2026

André Rangel  Por André Rangel 
07/01/2026
Em Economia, Notícias
O aluguel entrou em uma nova fase e poucos estão preparados

Ao analisar ou renovar um contrato de locação em 2026, locatário e proprietário encaram um cenário mais detalhado, digital e regulado, em que qualquer descuido pode gerar custo alto ou conflito duradouro. Por isso, é essencial comparar o que está no papel com a prática do dia a dia, especialmente em temas como reajuste do aluguel, garantias, divisão de tributos, canais oficiais de comunicação e correta identificação do imóvel, o chamado “CPF do imóvel”.

O que analisar no reajuste do aluguel em 2026

O reajuste do aluguel em 2026 continua sendo um dos pontos mais sensíveis da negociação, pois afeta diretamente o orçamento do inquilino e a rentabilidade do proprietário. A cláusula deve indicar, de forma clara, o índice oficial utilizado (IPCA, INPC, IGP‑M ou outro), a data-base anual de correção e se há possibilidade de revisão excepcional em cenários econômicos extremos.

Também é importante diferenciar o reajuste automático previsto em lei de qualquer aumento negociado fora do índice. Em regra, qualquer ajuste extra depende de acordo por escrito e aditivo contratual, evitando alterações unilaterais. Para facilitar essa conferência, muitos profissionais utilizam um checklist rápido do reajuste do aluguel.

  • Índice de correção definido de forma expressa e de fácil consulta (IPCA, INPC, IGP‑M, etc.).
  • Periodicidade anual do reajuste e indicação da data-base (por exemplo, “todo mês de janeiro”).
  • Cláusula diferenciando reajuste automático de aumento por renegociação, sempre por escrito.
  • Previsão de revisão excepcional em cenários econômicos atípicos, com necessidade de aditivo.

Selecionamos o vídeo abaixo do Eduardo Feldberg l Primo Pobre que faz sucesso nas redes sociais com seus vídeos e dicas:

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Um post compartilhado por Eduardo Feldberg l Primo Pobre (@eduardofeldberg)

Quais garantias locatícias são mais usadas em 2026

As garantias locatícias seguem essenciais para reduzir o risco de inadimplência, mas o contrato em 2026 precisa respeitar o limite legal de não exigir dupla garantia. O documento deve indicar se será usada caução, fiança, seguro-fiança, título de capitalização ou outra modalidade permitida, detalhando condições, validade e hipóteses de rescisão.

Na caução em dinheiro, o valor máximo é de três meses de aluguel, com regras claras de devolução e abatimento de danos. Na fiança, é indispensável identificar o fiador, a extensão da responsabilidade e como ele pode se exonerar. Em seguro-fiança ou título de capitalização, ganham relevância os custos totais, forma de pagamento e se há qualquer tipo de restituição ao final da locação.

Como organizar tributos, encargos e novos impostos no contrato

Tributos e encargos do imóvel exigem atenção redobrada em 2026, principalmente diante da discussão sobre IBS e CBS na reforma tributária. O contrato deve deixar expresso quem paga IPTU, condomínio (com distinção entre cotas ordinárias e extraordinárias), água, luz, gás e taxas extras, evitando repasse indevido de despesas estruturais ao locatário.

Uma mudança na lei pode alterar reajustes e despejos nos aluguéis

Em locações comerciais ou com serviços agregados, é crucial separar o valor do aluguel das cobranças por serviços, como administração, facilities ou manutenções específicas. Muitos contratos já trazem cláusulas sobre novos tributos ou alterações legais, prevendo regras de repasse e reequilíbrio quando houver aumento relevante de carga tributária, sempre por meio de negociação formal e documentação adequada.

Como definir comunicação oficial e CPF do imóvel no contrato

A forma de comunicação entre as partes e a identificação precisa do imóvel ganharam peso em 2026, com o uso intenso de meios digitais e maior cruzamento de dados por órgãos públicos. O contrato deve indicar quais serão os canais oficiais (e-mail, aplicativo, plataforma da imobiliária ou carta registrada) para avisos de reajuste, vistorias, multas e notificações de desocupação.

O chamado CPF do imóvel, representado pela matrícula, cadastro imobiliário municipal e demais registros, ajuda a evitar contratos de gaveta e divergências com Receita Federal e prefeituras. A correta identificação do bem, aliada aos dados atualizados de locador e locatário, facilita a declaração de aluguel e o alinhamento com cadastros oficiais, sobretudo quando há vistorias de entrada e saída com laudos e fotos anexadas.

Abaixo, uma visão comparativa resumida do que vinha mudando nos últimos anos e do que ganha peso em 2026 na locação no Brasil.

📑 Evolução da locação de imóveis no Brasil

Como contratos, garantias, reajustes e tributação mudaram de 2023 até o cenário atual de 2026

Eixo Até 2023
(Lei 8.245/91)
2024–2025
(Transição)
2026
(Cenário atual)
Forma do contrato Contrato verbal admitido, embora pouco recomendável. Pressão do mercado por contratos escritos e mais completos. Contrato escrito vira regra prática, com cláusulas claras e assinatura digital aceita.
Clareza das cláusulas Cláusulas genéricas sobre reajuste e rescisão. Exigência crescente de detalhamento contratual. Transparência total: índices, prazos, multas e deveres bem definidos.
Reajuste do aluguel Predomínio do IGP-M e redações abertas. Migração para IPCA/INPC e vedação de reajuste em aberto. Índices mais estáveis e renegociações sempre documentadas.
Ações revisionais Previstas após 3 anos, mas pouco utilizadas. Mais debate e incentivo ao uso em casos extremos. Contratos bem estruturados facilitam prova de abusos.
Garantias Caução, fiador ou seguro, com pouco detalhamento. Combate à exigência de garantias cumulativas. Maior controle, transparência e vedação de dupla garantia.
Despejo e inadimplência Despejo judicial e liminar em casos específicos. Ajustes de prazos e incentivo a acordos. Notificações eletrônicas e estímulo à mediação prévia.
Proteção do inquilino Proteção básica da Lei do Inquilinato. Reforço contra multas e reajustes abusivos. Maior estabilidade contratual e clareza de direitos.
Tributação IRPF/IRPJ e tributos clássicos. Discussão e regulamentação da Reforma Tributária. Início da transição para IBS/CBS e mais cruzamento de dados.
Locação por pessoa física Vantagem tributária frente à PJ. Simulações indicam perda dessa vantagem. PF com renda relevante pode pagar IBS/CBS (8–10%).
Cadastro Imobiliário (CIB) Dados dispersos, sem cadastro nacional. Criação e regulamentação anunciadas. Implementação do “CPF dos imóveis”.
Informalidade Contratos de gaveta muito comuns. Receita prepara cruzamento de dados. Redução drástica da informalidade e mais autuações.
Resumo visual: a locação no Brasil em 2026 entra em uma fase de mais formalização, transparência contratual e controle fiscal, exigindo maior organização de proprietários e inquilinos.

Por que revisar seu contrato de locação agora mesmo

Com mudanças econômicas, tributárias e tecnológicas em curso, manter um contrato de locação desatualizado em 2026 aumenta o risco de prejuízos, ações judiciais e dificuldades fiscais. Uma revisão criteriosa de reajuste, garantias, tributos, comunicação e CPF do imóvel é a forma mais rápida de blindar a relação entre locador e locatário contra surpresas desagradáveis.

Não espere surgir um conflito para descobrir que o contrato é frágil ou omisso: reúna a documentação, revise cada cláusula e, se necessário, busque apoio jurídico especializado imediatamente. Ajustar o contrato agora pode evitar perdas financeiras significativas e garantir segurança para ambas as partes por todo o período da locação.

Tags: contratoContrato de aluguel em 2026InquilinosReajuste

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