O auxílio-acidente paga indenização mensal ao trabalhador com sequela permanente após acidente. Em 2026, equivale a 50% do salário de benefício, permite continuar trabalhando e é pago até aposentadoria ou óbito.
O auxílio-acidente é um benefício previdenciário pouco conhecido, mas estratégico em 2026. Ele paga uma indenização mensal ao trabalhador que sofreu acidente e ficou com sequelas permanentes, permitindo continuar empregado e receber o valor junto com o salário.
O que é o auxílio-acidente e por que ele funciona como renda extra?
O auxílio-acidente tem natureza indenizatória e é pago pelo INSS após a consolidação das sequelas de um acidente. Diferente do auxílio-doença, ele não exige afastamento do trabalho, permitindo ao segurado manter o vínculo empregatício normalmente.
Na prática, funciona como um salário extra vitalício até a aposentadoria ou falecimento. O benefício compensa o esforço maior que o trabalhador passa a exercer após a perda funcional definitiva, sem impedir promoções ou mudança de emprego.

Quem tem direito ao auxílio-acidente segundo as regras de 2026?
A legislação previdenciária limita o benefício a categorias específicas de segurados do INSS. Mesmo tendo sofrido acidente e sequelas, nem todos os contribuintes podem receber. Veja abaixo quem está legalmente incluído nas regras vigentes.
- Empregados urbanos e rurais: trabalhadores com carteira assinada
- Empregados domésticos: categoria incluída de forma definitiva no benefício
- Trabalhadores avulsos e segurados especiais: atividades intermediadas ou rurais
Que tipos de acidente geram direito ao benefício do INSS?
Um erro comum é achar que apenas acidente de trabalho dá direito ao benefício previdenciário. A lei é mais ampla e protege o segurado em qualquer evento que gere sequela permanente, desde que haja redução da capacidade para a função exercida.
Isso inclui acidentes domésticos, de trânsito ou situações de violência, além de doenças ocupacionais como LER e problemas na coluna. O fator decisivo é a limitação funcional definitiva, não o local onde ocorreu o acidente.

Como funciona o valor e quais vantagens ele traz no longo prazo?
O auxílio-acidente corresponde a 50% do salário de benefício, calculado pela média das contribuições do segurado. Por ter caráter indenizatório, o valor pode ser inferior ao salário mínimo e é pago junto ao salário mensal.
- Tempo de contribuição: período contado para aposentadoria
- Salário de contribuição: valor somado na média previdenciária
- Liberdade profissional: possibilidade de trabalhar e progredir na carreira
Quais erros mais comuns fazem o INSS negar o auxílio-acidente?
Um dos principais motivos de negativa é pedir o benefício no momento errado. O pedido só pode ser feito após a alta médica do auxílio-doença, quando a sequela já está consolidada e não há mais afastamento ativo.
Outro erro frequente está na documentação. O laudo médico precisa demonstrar que a sequela reduz a capacidade para a atividade exercida na época do acidente. A simples existência da lesão não garante o direito sem essa comprovação técnica.




