Com o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 começando na próxima segunda-feira (23/3) e seguindo até 29 de maio, a organização prévia pode evitar a correria de última hora.

Os contribuintes já podem adiantar a separação dos documentos essenciais para preencher o formulário sem erros e garantir todas as deduções possíveis, pois a Receita Federal já liberou o programa para download. Quem entrega a declaração mais cedo, sem erros, tem maiores chances de receber a restituição nos primeiros lotes.

Antes de focar nos números, reúna os documentos pessoais básicos. Será necessário ter em mãos o número do CPF de todos os dependentes, independentemente da idade. Também é importante ter o comprovante de atividade profissional e os dados da conta bancária para receber a restituição, caso tenha direito a ela.

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O próximo passo é juntar todos os informes de rendimentos. Este é o coração da declaração e a parte que exige mais atenção para não omitir nenhuma fonte de renda recebida ao longo de 2025. A falta de um desses comprovantes é um dos principais motivos que levam os contribuintes à malha fina.

Documentos de rendimentos

  • Informes de rendimentos de todas as fontes pagadoras: salários, pró-labore, aposentadoria e aluguéis.

  • Informes de instituições financeiras: bancos e corretoras, detalhando saldos em contas, poupança e investimentos em 31 de dezembro de 2025.

  • Comprovantes de recebimento de aluguéis de imóveis ou pensão alimentícia.

  • Informações sobre doações, heranças ou prêmios recebidos no ano.

  • Relatório de compra e venda de ações na bolsa de valores, incluindo a apuração mensal do imposto.

  • Comprovantes de rendimentos de aplicações financeiras, como fundos de investimento.

Comprovantes de despesas e bens

Para aproveitar as deduções legais e reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar a restituição, tenha em mãos os comprovantes de todos os gastos dedutíveis. Além disso, é obrigatório declarar bens e direitos adquiridos ou vendidos durante o ano.

  • Recibos e notas fiscais de despesas médicas: consultas, exames, planos de saúde, tratamentos odontológicos e psicológicos.

  • Comprovantes de despesas com educação: mensalidades de ensino infantil, fundamental, médio, superior ou técnico.

  • Documentos de compra e venda de bens: imóveis e veículos, com dados do comprador, vendedor e valores da transação.

  • Comprovantes de pagamento de pensão alimentícia judicial, com o CPF do beneficiário.

  • Recibos de aluguéis pagos ao longo do ano.

  • Comprovantes de doações para instituições autorizadas pelo governo.

  • Informes de contribuição para planos de previdência privada do tipo PGBL.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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