Após o recente esvaziamento da Moratória da Soja, começou a se articular uma mobilização de entidades ambientais e empresas que ainda defendem a manutenção do acordo, que proíbe a compra de grãos produzidos em áreas desmatadas da Amazônia após 2008.

Esse movimento vem se desenrolando por meio de conversas técnicas e políticas com produtores rurais, exportadoras e compradores internacionais. Organizações como Greenpeace Brasil e WWF-Brasil participam do esforço, ao lado de tradings e compradores que optaram por permanecer vinculados ao acordo.

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O argumento central é que, embora o abandono da moratória possa gerar ganhos imediatos, o movimento tende a ampliar riscos comerciais, jurídicos e reputacionais no médio prazo.

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