Depois de uma batalha e apresentações de grupos de dança de passinho madrugada adentro, o Espaço Viaduto do Centro de Referência das Culturas Urbanas (CRCURB), parte da 11ª Virada Cultural de BH, recebeu, na manhã deste domingo (30/8), o Movimento Black Minas.
Com o soul na veia, Sueli e Valdir Black, casal que fundou o projeto, está em sua segunda participação na Virada Cultural da capital mineira.
“A Virada é muito importante para mim. Continuo levando o legado do soul para toda a galera, para aqueles que gostam, e mesmo os que não gostam e passam aqui para ver”, conta Valdir, que diz estar tocando desde a década de 1970.
“Estamos nessa caminhada tentando resgatar o Movimento Black Soul. Não é uma tarefa nada fácil, mas é prazerosa”, completa Sueli, que agita a pista de dança ao lado dos dançarinos Dilma Black, Sérgio Black, Loirinho Black, Daniel do Rap e Tiquinho Black.
Leia Mais
Família reunida
Ali, debaixo do Viaduto Santa Tereza, onde a música e a dança dominam durante toda a programação da Virada, os mais diversos públicos se encontram – de idosos a crianças.
Tamires Soares é assistente social e assessora da comunidade do soul em Contagem, na Grande BH. Neste domingo (30/8), ela fez questão de levar toda a família para prestigiar a apresentação do Movimento Black Minas. Além do pai e da mãe, Hélio Fortunato e Irene Soares, respectivamente, Tamires levou sua filha, Helena Soares, e a afilhada, Ana Flávia Cantanhede para o evento.
“Eu acho legal que envolve todo mundo, tem idosos, população de rua, pessoas com deficiências. E é importante também que elas (as crianças) entendam a importância do movimento. Acho importante trazer essa vivência, mostrar tanta gente reunida dançando...”, conta, destacando estar sempre presente de alguma forma na Virada Cultural.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
