SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Morreu o diretor, produtor e ator americano Mark Rydell, aos 97 anos, na última quinta-feira (13/8). Segundo a filha, Amy Rydell, ele morreu de causas naturais na Motion Picture & Television Country House and Hospital, no estado americano da Califórnia.
Com trabalhos na TV e no teatro desde os anos 1950, Rydell é mais lembrado por "Num Lago Dourado", que o projetou em Hollywood. O drama rendeu a ele uma indicação ao Oscar de melhor diretor, e Henry Fonda e Katharine Hepburn venceram os troféus de melhor ator e atriz, respectivamente.
Outros destaques foram a comédia "Os Rebeldes", de 1969, com Steve McQueen e Rupert Crosse; "Os Cowboys", com John Wayne e produzido com Sydney Pollack; o musical "A Rosa", de 1979, estrelando Bette Midler; além do longa biográfico "James Dean", de 2001, com James Franco no papel-título.
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Como ator, teve mais holofotes na TV em temporadas da década de 1950 da novela "As the World Turns" — a segunda "soap opera" mais longa da história da TV americana, exibida por 54 anos. Também fez o criminoso Marty Augustine em "O Perigoso Adeus", de Robert Altman, e teve papéis em "Dirigindo no Escuro", de Woody Allen, e "Havana", de Pollack.
Nascido em Nova York, ele tinha o sonho de tocar piano em um grupo de jazz -apesar de ser incentivado pelo pai a seguir a carreira de investidor. Rydell estudou música na Juilliard School of Music, onde conheceu os compositores Alan e Marilyn Bergman, responsáveis por sugerirem a carreira de ator para ele.
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Rydell deixa seus filhos Christopher e Amy, de seu primeiro casamento, com Joanne Linville, e Alexander, do relacionamento com Esther Jacobs.
