Nascida em 1º de junho de 1926, Norma Jeane Mortenson se transformaria em Marilyn Monroe, um dos maiores e mais duradouros ícones da história do cinema. Se estivesse viva, ela completaria 100 anos, em data que nos convida a revisitar o talento e o carisma que a imortalizaram. Além da imagem de 'loira platinada', Marilyn foi uma atriz versátil, capaz de transitar entre a comédia e o drama com uma presença magnética inigualável. Para celebrar seu legado, a reportagem selecionou cinco filmes essenciais que revelam as diferentes facetas de seu trabalho.
‘Os homens preferem as loiras’ (1953)
Neste clássico musical, Marilyn interpreta Lorelei Lee, uma cantora de cabaré em busca de um marido rico, ao lado de sua amiga Dorothy Shaw (Jane Russell). É aqui que ela eterniza a performance de 'Diamonds are a girl's best friend', uma cena que se tornou um marco da cultura pop e solidificou sua imagem de 'loira fatal', mas com um timing cômico impecável.
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‘O pecado mora ao lado’ (1955)
Quem não conhece a icônica cena de Marilyn Monroe com o vestido branco esvoaçante sobre uma grade de metrô em Nova York? O momento pertence a esta comédia de Billy Wilder, na qual ela interpreta “A garota”, a vizinha sensual que desperta a imaginação de um homem casado durante uma onda de calor. O filme é um exemplo perfeito de seu carisma e do poder de sua imagem na tela.
‘Quanto mais quente melhor’ (1959)
Considerado por muitos uma das melhores comédias de todos os tempos, o filme mostra o auge do talento cômico de Marilyn. Ela interpreta Sugar Kane, a vocalista de uma banda feminina que se envolve com dois músicos (Tony Curtis e Jack Lemmon) disfarçados de mulher para fugir da máfia. Sua atuação lhe rendeu um Globo de Ouro e provou sua habilidade para além do estereótipo.
‘Como agarrar um milionário’ (1953)
Ao lado de Lauren Bacall e Betty Grable, Marilyn interpreta Pola Debevoise, uma das três modelos que alugam um apartamento de luxo em Nova York com o plano de encontrar maridos ricos. Usando óculos por ser míope, mas evitando-os por achar que não atraem os homens, sua personagem é responsável por alguns dos momentos mais engraçados do filme, demonstrando seu talento para a comédia física e de situação.
‘Os desajustados’ (1961)
Este foi o último filme completo de Marilyn Monroe e também de seu colega de cena Clark Gable. Com roteiro de seu então marido, Arthur Miller, o longa é um drama denso que permitiu a Marilyn mostrar uma profundidade dramática raramente explorada em seus papéis anteriores. Interpretando Roslyn Tabor, uma mulher divorciada e vulnerável, ela entrega uma performance comovente e complexa, que aponta para o grande potencial que ainda tinha como atriz.
Esses filmes são apenas uma porta de entrada para o universo de Marilyn Monroe. Revisitar sua obra é entender por que, décadas após sua morte, ela continua sendo uma figura tão fascinante e influente, um verdadeiro símbolo do poder e da complexidade da era de ouro de Hollywood.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
