A 68ª edição do Grammy Awards, realizada nesse domingo (1º/2) na Crypto.com Arena, em Los Angeles, foi muito além da celebração musical. A noite ficou marcada por recordes históricos, discursos politizados e looks que entraram para a história do tapete vermelho, transformando a premiação em um palco para grandes mensagens.

Zara Larsoon e Sharon Osbourne AFP / Getty Images
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Billie Eilish e Chappell Roan AFP / Getty Images
Karol G e Bad Bunny AFP / Getty Images
Lady Gaga e Lola Young AFP / Getty Images
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Chappell Roan elegeu um "naked dress" transparente para o tapete vermelho do Grammy 2026, gerando comentários e se tornando um dos visuais mais marcantes. Amy Sussman / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

O grande destaque foi Kendrick Lamar. Além de levar cinco categorias, o rapper superou Jay-Z e se tornou o artista de hip-hop mais premiado da história do Grammy. Para a ocasião, ele escolheu um smoking da Chanel, reforçando seu status de ícone tanto na música quanto na moda.

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Outro nome que brilhou foi Bad Bunny. A uma semana de ser a atração principal do Super Bowl, o artista levou para casa dois prêmios, incluindo o de melhor álbum do ano, a principal categoria da noite. No tapete vermelho, ele chamou atenção com um smoking com espartilho assinado por Daniel Roseberry para a Schiaparelli, sendo o primeiro look masculino de destaque do estilista.

Chappel Roan se destacou ao usar um vestido que deixa os seios à mostra, preso apenas por piercings no corpo. A obra é um modelo exclusivo da Mugler, feito em tecido transparente e com estrutura que criava a ilusão de que o tecido bordô estava suspenso no ar.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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