A Refinaria Gabriel Passos, em Betim, vai exportar combustível sólido (coque) pelo Porto do Açu, conforme contrato assinado na quinta-feira entre o porto e a Petrobras. Segundo o Porto do Açu, o acordo estabelece uma nova rota logística para o escoamento da produção de coque gerado a partir do refino do petróleo de quatro refinarias do Sudeste: Regap, em Betim, Reduc, em Duque de Caxias (RJ), Replan, em Paulínia (SP) e Revap, em São José dos Campos (SP). O Porto do Açu “fechou um contrato com a Petrobras agora para uma movimentação relevante de exportação de combustível sólido vindo das refinarias do Sudeste, onde a principal é a Regap, em Betim, onde a gente movimenta o coque de baixo teor de enxofre para exportação”, informa João Braz, diretor de Terminais e Logística do Porto do Açu. A expectativa é chegar a um volume de 600 mil toneladas de coque por ano embarcadas no Terminal Multicargas (T-Multi). A expectativa é que os embarques tenham início em outubro em navios de grande volume, com cerca de 45 mil toneladas por embarque. A Regap conta, desde 1994, com uma unidade de coqueamento retardado. No caso da refinaria em Minas é produzido o coque com baixo teor de enxofre. O Porto do Açu não soube precisar o volume da Regap e a Petrobras não abriu os números da refinaria. “Nosso compromisso é desenvolver soluções logísticas que atendam às necessidades de cada cliente. Este contrato reforça nosso posicionamento como um hub logístico”, afirma o CEO do Porto do Açu, Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu.

 

 

R$ 300 milhões

É o Valor Geral de Vendas do Etérea UDI Complex, que será construído em Uberlândia pela Perplan Incorporação. Com unidades residenciais e espaços corporativos, o prédio ter 41 pavimentos


Nadim Donato, presidente da Fecomércio, sobre a proposta do Trabalho/Hora com Direitos Garantidos

Gladyson Rodrigues/em/d.a press

“Precisamos discutir o trabalho a partir da realidade de hoje. Existem trabalhadores que querem mais flexibilidade, empresas que precisam ajustar suas equipes à demanda e, ao mesmo tempo, uma sociedade que não pode abrir mão da formalização e dos direitos”

Nadim Donato,
presidente da Fecomércio, sobre a proposta do Trabalho/Hora com Direitos Garantidos


Impacto extra-campo

Os dois jogos entre Atlético e Cruzeiro devem movimentar R$ 44 milhões na economia de Belo Horizonte, segundo estimativas do Ipead/UFMG. “Esse montante vai gerar um efeito imediato e em cascata, beneficiando múltiplos segmentos da economia – especialmente alimentação, como bares e restaurantes, transporte, hotelaria e comércio de produtos licenciados –, além da arrecadação de bilheteria”, afirma Renato Mogiz, economista e superintendente geral do Ipead/UFMG. Para o economista, o impacto seria ainda maior caso Atlético e Cruzeiro se enfrentassem nas fases semifinal ou final da competição. Renato Mogiz destaca que “o montante de R$ 44 milhões é expressivo e demonstra a força dos grandes jogos como um produto de alto impacto socioeconômico”.

 

Compra local

A Vale realizou 78% das suas compras de produtos e serviços para suas operações e projetos com fornecedores de Minas Gerais. Segundo a empresa, dos R$ 16 bilhões demandados pelas operações e projetos em Minas no primeiro semestre deste ano, um total de R$ 13 bilhões foi contratado em produtos e serviços de fornecedores mineiros. “Queremos ampliar a participação das empresas locais em nossa cadeia de fornecimento, fortalecendo o desenvolvimento econômico e criando oportunidades nas regiões onde atuamos”, afirma Fernando Alcântara, diretor de Suprimentos da Vale. A mineradora informa ainda que “nas cidades onde a Vale mantém operações, os fornecedores genuinamente locais com matriz em suas localidades responderam por R$ 6,5 bilhões em contratos, reforçando o impacto da atividade na geração de emprego, renda e arrecadação tributária”.

 

Loteamentos

Minas Gerais fechou o primeiro semestre deste ano com a venda de 5.160 lotes, o que representa um crescimento de 22,7% em relação às 4.206 unidades vendidas nos seis primeiros meses do ano passado, segundo dados de um estudo da Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano de Minas Gerais (Alelo). No período de janeiro a julho, em Valor Geral de Vendas (VGV) foi movimentado R$ 1,3 bilhão, contra o montante de R$ 1,266, uma alta de 2,8%. O levantamento, feito pela Brain Inteligência Estratégica em parceria com o Sinduscon-MG e o Secovi-MG, considera municípios que representam 41% da população e 57% do potencial de consumo de Minas Gerais. Segundo a Alelo, o resultado do semestre foi puxado principalmente pelo desempenho dos loteamentos fechados. No acumulado do primeiro semestre, as vendas de loteamentos fechados cresceram 13,6%, chegando a 2.278 unidades.

 

A Usina Hidrelétrica de Sá Carvalho, no Rio Piracicaba. Concessão renovada por 30 anos

Cemig/Divulgação

Energia firme

A Cemig vai operar a Usina Hidrelétrica de Sá Carvalho, no Rio Piracicaba, por mais 30 anos, conforme autorização recebida do Ministério das Minas e Energia para renovação da concessão da hidrelétrica. Com isso, a Cemig segue operando a hidrelétrica com capacidade instalada para gerar 78 megawatts (MW). Segundo a empresa, além de Sá Carvalho (foto), as usinas de Emborcação e de Nova Ponte têm contratos que se encerram em maio e agosto de 2027, com a Cemig tendo prazo de 210 dias para avaliar e assinar o contrato com o ministério. Juntas, as três usinas respondem hoje por 55% do parque gerador próprio da Cemig. A autorização de Sá Carvalho também “encaminha uma solução para os dois ativos remanescentes, fundamentais para a robustez da geração de energia da Cemig”, informa a concessionária mineira de energia elétrica.

Terras raras

O primeiro lote de 5 quilos de carbonato misto de terras raras produzido no Centro de Pesquisa e Processamento de terras raras, em Poços de Caldas, foi entregue esta semana para o Instituto Terras Raras, que integra o Centro de Inovação e Tecnologia do Senai, em Lagoa Santa. A entrega foi feita pela Viridis, que desenvolve o projeto Colossus e opera uma planta-piloto com capacidade para processar 100 kg de minério por hora e produzir até 2.920 kg de carbonato misto por ano. “O material seguirá agora para o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), no Rio de Janeiro, onde passará pelo processo de separação dos óxidos de terras raras, e depois para o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT – USP) em São Paulo, onde será produzida a liga metálica, antes de retornar a Lagoa Santa para testes no maior laboratório-fábrica de ímãs de terras raras do Hemisfério Sul”, diz a Viridis em nota.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

 

compartilhe