Nova York – Há tempos eu venho avisando que esse time do Carlo Ancelotti é uma grande mentira, com vários ex-jogadores em atividade. Casemiro, homem da mais alta confiança do treinador, só chega atrasado ou cometendo faltas. Não dá mais. O jovem Danilo pede passagem, mas Casemiro é o “queridinho” do treinador, que ainda pensa que o veterano jogador está jogando com Modric e Toni Kroos. Outra invenção é o tal Paquetá. Que jogador medíocre, que nada cria e ainda dá vários passes errados. Sobre Igor Thiago, é melhor nem comentar. Um cara que perdeu um gol feito e ainda ri realmente não pode vestir a camisa amarela. Fico pensando como Ronaldo e Romário, dois gênios da bola, estavam se sentindo no Met Life Stadium ao perceberem que o centroavante do Brasil é esse desconhecido. Ah, o cara foi vice-artilheiro da Premier League. É verdade, marcando 12 gols em penalidades.
Muitos estão criticando, agora, por causa do empate e do péssimo futebol apresentado diante do Marrocos, mas eu falo há tempos. Mesmo torcendo para eu estar errado e o Brasil avançar na Copa, não há como não comentar tamanha mediocridade dessa equipe. Você ter Endrick no banco, e colocar Igor Thiago, mostra que Ancelotti está perdido e não tem convicção de nada. O Brasil não mete medo em ninguém, e se um torcedor que desconhecesse a história do Brasil, e chegasse ao estádio, perguntaria se o Brasil era o time de vermelho, pois o Marrocos pressionou, mostrou-se um time equilibrado e muito bem treinado. E olha que seu principal jogador é o lateral-direito, Hakimi. Saí do Met Life decepcionado com o que vi, pois esperava um mínimo de conjunto. Alex Sandro, Danilo (Flamengo), Paquetá, Casemiro, Fabinho e Alisson não deveriam estar aqui. São muito ruins para a Seleção.
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E se Ancelotti fosse brasileiro? Já teria sido demitido há tempos, pois seus números são os piores da história. Um time sem corpo, sem alma, sem talentos. Confesso que se Neymar estivesse em campo, poderíamos ter outra sorte, pois ele conseguiria, mais perto do gol, criar situações importantes. Fico imaginando esse time encarando os jovens talentosos e velozes da França, Espanha e Portugal. Temo até por um placar elástico. Com esse goleiro, que nos entregou em duas Copas, caminhamos para o terceiro fracasso. Não faz uma defesa difícil, como fez Bono, do Marrocos, e, quando defende, quase entrega a paçoca, espalmando nos pés do adversário. Por sorte, o atacante marroquino estava desatento. Esse goleiro é um horror.
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Enfim, a Copa só começou e muitos “pachecões” ainda acreditam que algo vá mudar. Até poderia se o técnico italiano desse passagem para Ryan, Endrick, Luiz Henrique e Danilo (Botafogo). Eu prefiro perder com jovens, que poderão estar maduros em 2030, com possibilidades de taça, do que com os veteranos, alguns, ex-jogadores em atividade, que afundaram o Brasil em Copas anteriores. Tudo indica que Ancelotti vai morrer abraçado com sua patota. Bastará pegar uma França, Portugal, Espanha, Inglaterra e Argentina para nos despedirmos desse Mundial. E não me venham “pachecar” com uma possível goleada sobre o Haiti. A mim não vão enganar. Pela péssima estreia e falta de bom futebol, não iremos longe. Esse filme está repetido e todos já conhecemos o final. O “mocinho” morre antes.
