Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
A Seleção Brasileira não tem a menor chance de chegar às semifinais da Copa do Mundo, por exemplo. Nosso futebol é pobre, um time sem corpo, sem alma, sem protagonistas em seus clubes na Europa, exceto, Vini Júnior, que não reedita no time canarinho, as atuações que tem no Real Madri. A derrota para a França por 2 a 1, ficou barata. Era para tomarmos um sacode daqueles, mas a expulsão de Upamecano, logo no início do segundo tempo, melhorou as coisas para o time de Ancelotti, que, ainda assim, com um homem a mais, levou o segundo gol.
Vi alguns colegas dizerem que estávamos sem sete titulares! Balela! Alisson, Marquinhos, Bruno Guimarães, AlexSandro, Danilo, Militão e Paquetá não me representam. São jogadores absolutamente fracos, que já nos entregaram em Copas anteriores. Nenhum deles é protagonista em suas equipes, mas os “Pachecões” insistem em passar pano.
Não vejo críticas ao técnico italiano, que ganha 10 milhões de euros, por temporada (cerca de R$ 63 milhões de reais), apresentando futebol pífio. Três derrotas, dois empates e apenas quatro vitórias, muito pouco para um treinador tão badalado. Quando ele foi contratado, eu disse que ele não faria milagre, e que só é o melhor técnico o mundo, porque dirigiu os 5 gigantes europeus, onde não faltam dinheiro e talentos. Real Madri, Bayern de Munique, Chelsea, PSG e Milan. Quando pegou duas equipes intermediárias, fracassou, Napoli (Itália) e Everton (Inglaterra).
Sem grandes jogadores, nenhum técnico do mundo faz um grande trabalho. Nossa safra é das piores da história, com jogadores cheios de trancinhas, brinquinhos, cabelinhos pintados, milionários e com pouco futebol. Entendo a juventude de hoje, mas, quando se representa um país, a postura deve ser outra.
Sei que em Copa do Mundo uma equipe pode começar mal, ir crescendo e até chegar ao troféu, pois em mata-matas não se privilegia a melhor equipe. Numa noite infeliz, uma seleção de alto nível pode sucumbir a uma de menor nível e se despedir da competição, mas, não acredito que isso vá acontecer.
A França, por exemplo, para mim será finalista. Joga fácil, tem jogadores protagonistas nos seus clubes. Chegará à sua terceira final seguida e deverá conquistar o tricampeonato. Que timaço, que jogadores de alto nível, além de Mbappé, para mim, o melhor jogador do mundo, embora seu compatriota, Osmani Dembelé tenha sido eleito. O Brasil é sempre favorito, mas há 24 anos vem com essa pecha e não ganha nada. Ou é eliminado nas quartas de final, ou naquela semifinal na Copa realizada no Brasil, em que tomamos de 7 da Alemanha.
Não tenho bola de cristal para saber o que vai acontecer, mas, com a vivência de quase 50 anos no esporte bretão, acho que aprendi um pouco e sei muito bem avaliar quem vai ou não chegar. Argentina, Espanha, Holanda, Inglaterra, Portugal e a própria França, estão degraus à nossa frente, e daí acredito que sairá o finalista para enfrentar os franceses. Minha torcida, porém, é pela Seleção Brasileira, mesmo não acreditando nela. Tomara que no amistoso desta terça-feira, contra a Croácia, o Brasil consiga uma vitória. Isso daria uma esperança maior ao torcedor, tão sofrido e afastado do escrete canarinho.
E antes que eu me esqueça, “brasa” é a pqp. O Brasil, nos quatro cantos do mundo, sempre foi chamado de Brasil. A comunista que fez essa palhaçada na camisa não sabe nem o que um estádio de futebol e que a bola é redonda! O presidente Samir Xaud que faz bela gestão, já descartou qualquer possibilidade desse nome ridículo desenhado pela “filhote de Che Gevara”, com sua boina ridícula.
