A edição de 2026 do Circuito Urbano de Arte (CURA) acontece neste mês de agosto, entre os dias 19 e 30, marcando a despedida do festival da Praça Raul Soares, espaço que foi sua casa desde 2021. Ao longo de nove anos, o evento converteu fachadas de edifícios em gigantescas telas, criando uma galeria a céu aberto que se consolidou como um dos principais pontos turísticos da cidade. Com o festival em andamento, este é o momento ideal para explorar esse legado.

A edição deste ano é uma oportunidade especial para vivenciar a arte urbana enquanto o evento ainda transforma a cidade. As obras monumentais se espalham principalmente pela região do Hipercentro, oferecendo um espetáculo visual que pode ser apreciado de diferentes ângulos. Montar um roteiro para visitar e fotografar as principais empenas pintadas é um programa gratuito e acessível, que revela uma nova perspectiva sobre a arquitetura e a vida urbana de Belo Horizonte. O passeio pode ser feito a pé, de bicicleta ou até mesmo de carro, dependendo da sua disposição.

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O que é o festival CURA?

O Circuito Urbano de Arte, conhecido como CURA, é o primeiro festival de pintura em empenas realizado em uma capital brasileira. O evento convida artistas nacionais e internacionais a criarem murais de grande escala nas fachadas de prédios, promovendo a arte urbana e transformando o cenário da cidade.

Como montar um roteiro para visitar os murais

Organizar sua própria visita guiada pelas obras do CURA é mais simples do que parece. O circuito principal está concentrado em uma área de fácil acesso, e alguns pontos estratégicos oferecem vistas privilegiadas do conjunto de pinturas. Siga estes passos para aproveitar ao máximo o passeio:

  • Comece pela Rua Sapucaí: este é o grande mirante da arte urbana em BH. Localizada no Bairro Floresta, a rua oferece uma vista panorâmica para vários dos principais murais pintados nos prédios do Centro. É o lugar perfeito para ter uma dimensão do projeto e tirar fotos incríveis, especialmente durante o pôr do sol.

  • Caminhe pelo Hipercentro: para ver as obras de perto, desça a Avenida Assis Chateaubriand e caminhe por avenidas como a Amazonas, a Afonso Pena e a dos Andradas. Ao andar pela região, você poderá observar os detalhes e as texturas das pinturas que não são visíveis à distância.

  • Visite a Praça Raul Soares: esta é a última edição do festival neste espaço, que foi ocupado desde 2021. A praça e seus arredores abrigam obras criadas ao longo desses cinco anos, e a arquitetura do local cria um diálogo único com as empenas pintadas nos edifícios do entorno, valendo uma visita dedicada.

  • Consulte o mapa oficial: o festival disponibiliza em suas redes sociais e site oficial um mapa interativo que aponta a localização exata de cada obra, o nome do artista e o ano de criação. Usar essa ferramenta ajuda a não perder nenhuma pintura e a otimizar o seu trajeto.

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