Poucos mercados acionários no mundo, talvez nenhum, decepcionaram tanto no primeiro trimestre do ano quanto o brasileiro. De janeiro a março, o Ibovespa, o principal índice da bolsa do país, caiu 4,5%. Para efeito de comparação, o S&P 500, índice que reúne as 500 maiores empresas listadas na Bolsa de Nova York, subiu 10,1% no mesmo período. O Ibovespa perde feio para as principais bolsas globais. O CAC 40, de Paris, avançou 8,7% no primeiro trimestre. Em Londres, o Índice FTSE 100 subiu 2,8%. O que há de errado com o Brasil? Para especialistas, o atraso na queda de juros nos Estados Unidos afeta de maneira negativa os países emergentes, mas fatores domésticos também explicam o desempenho ruim do Ibovespa. As incertezas no campo fiscal e a intromissão do presidente Lula nas decisões de distribuição de dividendos da Petrobras afastaram investidores da bolsa. Não há expectativa de que o cenário possa mudar tão cedo.

 

Mercado de ETFs é pouco explorado no Brasil

 



 

Embora seja um sucesso no exterior, o mercado de ETFs, como são chamados os fundos de investimentos atrelados a índices de referência, é pouco explorado no Brasil. Por aqui, a indústria de fundos de investimentos possui um patrimônio total de R$ 8,2 trilhões. Os ETFs somam R$ 40 bilhões – ou seja, sua representatividade é de apenas 0,5%. No mundo, os ETFs formam uma indústria estimada em US$ 10 trilhões. Segundo estudo da consultoria PwC, esse mercado chegará a US$ 18 trilhões até 2026

 

Nespresso amplia reciclagem de cápsulas de café


A Nespresso recicla 24% de suas cápsulas de café usadas (foto). Atualmente, a marca que pertence à Nestlé mantém 300 pontos de coleta de cápsulas no país, mas a ideia é ampliar esses espaços. Tanto é assim que um novo local de descarte foi inaugurado no Hotel Grand Hyatt do Rio de Janeiro, mas outros serão abertos em 2024. No processo de reciclagem, a Nespresso separa a borra do café e o alumínio. Depois, a borra é usada para cultivar alimentos orgânicos e o alumínio vai para a indústria siderúrgica.


Lendária revista Life voltará em versão impressa

 

Uma das revistas mais icônicas da história deverá voltar a ser publicada em versão impressa. Trata-se da Life, veículo americano fundada em 1883 e que deixou de circular em 2000. Seu grande charme era o fotojornalismo – Robert Capa, o lendário fotógrafo de guerra, trabalhou durante anos na Life. A marca foi comprada pela modelo Karlie Kloss e seu marido, Josh Kushner, dono da empresa de investimentos Thrive Capital. O brasileiro Jorge Paulo Lemann é um dos investidores da Thrive.

 

“Diminuir o ritmo de redução dos juros ajudará a garantir uma transição suave, diluindo a possibilidade dos mercados monetários passarem por estresse”

Jerome Powell
Presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos)

 

R$ 4 bilhões

é quanto a Coca-Cola vai investir no Brasil em 2024. O aporte inclui todo o sistema Coca-Cola, como é chamada a rede de empresas engarrafadoras e distribuidoras dos produtos do grupo, como a Coca-Cola Femsa, a Andina e a Solar

 

Rapidinha

 

A ampliação do Mercado Livre de Energia – sistema que, entre outros benefícios, permite que se escolha o fornecedor de energia – poderá reduzir em até R$ 10,7 bilhões os custos com eletricidade de empresas dos setores rural, comercial e industrial. A projeção é da Associação Brasileira de Comercializadores de Energia (Abraceel).

O agronegócio brasileiro tem bons exemplos a apresentar para o mundo. O mais recente dele está na produção de algodão. Segundo estudo da Mosaic Fertilizantes, lavouras tratadas com fontes alternativas de nitrogênio reduziram em até 20% a emissão de poluentes. O Brasil é o terceiro maior produtor de algodão do mundo.

O ecoturismo está em alta no Brasil. Um levantamento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) constatou que 11,8 milhões de pessoas visitaram os parques nacionais do país em 2023. Trata-se do maior número da história. O Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, foi o mais visitado, com 4,4 milhões de turistas.

Se uma gigante como a americana AT&T, uma das maiores operadoras de telecomunicações do mundo, não consegue proteger os dados de seus clientes, não é difícil imaginar como as nossas informações pessoais estão expostas. A empresa revelou que 73 milhões de contas de usuários foram vazadas na dark web desde 2019.

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