A forma como o papel higiênico é posicionado no suporte, com a ponta para fora ou voltada para a parede, costuma ser uma questão de hábito pessoal. No entanto, essa escolha também está associada a questões de higiene no banheiro.

Uma pesquisa da Universidade do Colorado Boulder, divulgada pelo jornal sul-coreano "Seoul Economic Daily", analisou o que acontece com as partículas liberadas no ar durante a descarga do vaso sanitário.

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O que a pesquisa revelou

Para observar o deslocamento das partículas, os pesquisadores usaram lasers e câmeras. A tecnologia permitiu visualizar a trajetória das pequenas gotículas que são expulsas quando a descarga é acionada.

Os resultados mostraram que as gotas maiores caem rapidamente, mas as partículas menores podem ficar suspensas no ar por vários minutos. Essas partículas se deslocam para cima e em direção às paredes próximas ao vaso sanitário.

Com isso, essas partículas podem se depositar sobre objetos localizados perto do vaso, incluindo o papel higiênico. Quando a ponta do papel fica voltada para a parede, as mãos ou o próprio rolo podem tocar essa superfície potencialmente contaminada.

Se o papel é colocado com a ponta para fora, a distância da parede aumenta. Por essa razão, essa opção é considerada mais higiênica, pois reduz o contato com superfícies propensas ao acúmulo de germes.

A recomendação, contudo, não elimina completamente a presença de bactérias. O objetivo é diminuir o contato com áreas próximas ao vaso sanitário. A limpeza regular do ambiente continua sendo a principal medida de controle.

Além da posição do rolo, é fundamental manter uma higiene rigorosa das mãos e desinfetar com frequência as superfícies do banheiro. O estudo sugere que entender o movimento dos aerossóis ajuda a melhorar as estratégias de ventilação e desinfecção nesses espaços.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.


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