Em meio ao trabalho híbrido, aos estudos, ao uso intenso de tecnologia e à multiplicidade de tarefas, o café passou a funcionar como um ritual capaz de organizar a rotina e criar momentos de foco, pausa e socialização entre os millenials e a geração Z. A mudança acompanha tendências de comportamento do consumidor identificadas por pesquisas internacionais e já é percebida pelo mercado de cafeterias. De acordo com a pesquisa Gen Z & Millennial Survey 2026, da Deloitte, 74% dos profissionais da geração Z e o mesmo percentual entre os millennials já usam inteligência artificial em suas atividades de trabalho. As mudanças também são percebidas nas cafeterias. Dados da Mintel mostram que 70% dos brasileiros que consomem café fora de casa consideram esses estabelecimentos bons locais para trabalhar ou estudar. Entre consumidores de 16 a 24 anos, esse percentual sobe para 74%. Para André Henning, cofundador da Go Coffee, esse comportamento demonstra que o café passou a desempenhar um papel muito mais amplo na rotina das novas gerações. "Para millennials e geração Z, ele se tornou um momento de transição entre tarefas, uma pausa consciente e também uma oportunidade de conexão."
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Você já ouviu falar no termo “escolite”? A expressão descreve um conjunto de sintomas que podem surgir em crianças ao iniciar, retornar ou ao longo da rotina escolar. Nessa fase, o contato mais próximo e frequente com outras crianças aumenta a exposição a vírus e bactérias, tornando mais comuns episódios de resfriados, viroses e febre. O processo de adaptação também pode gerar manifestações físicas relacionadas ao estresse, como dores de cabeça, dores no corpo e alterações no bem-estar. Pensando nisso, a Novalgina Infantil lança uma campanha nas redes sociais, criada pela Publicis, que busca conscientizar pais e responsáveis sobre os principais desafios desse período e reforçar a importância de observar os sintomas das crianças, buscando orientação médica sempre que necessário. “A convivência com outras crianças aumenta a circulação de vírus, principalmente no primeiro ano de creche ou escola, ou sempre que há um período de readaptação à rotina escolar”, explica Flávio Melo, pediatra, consultor médico para a Opella. Informações sobre a campanha: @flaviopediatra no Instagram ou www.opella.com.  

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IAs não autorizadas

Perguntar à inteligência artificial o que significa um sintoma, interpretar um exame ou até buscar orientação sobre um tratamento já faz parte da rotina de muitos brasileiros. A praticidade, no entanto, vem acompanhada de um desafio: nem todas as plataformas utilizadas para esse fim foram desenvolvidas com critérios clínicos, supervisão médica ou mecanismos de proteção para informações pessoais de saúde. "São inúmeras as diferenças. Uma IA genérica não entende o contexto clínico, há um grande risco de fornecer respostas amplas e vagas, o que impacta diretamente na segurança do paciente’’, diz Hendrick Hoyler, um dos idealizadores e um dos integrantes da equipe médica da MOMA.I, healthtech especializada no uso de IA aplicada à saúde. Segundo o médico, o principal desafio não é a tecnologia em si, mas a falta de critérios clínicos em ferramentas de uso geral." A MOMA.I foi construída para organizar condutas, apoiar decisões, estruturar informações e operar dentro dos limites que a prática médica exige. "A tecnologia deve ser uma aliada da medicina, nunca um substituto do cuidado", acrescenta.

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