A médica e ex-BBB Laís Caldas compartilhou nesta semana em suas redes sociais que sua filha recém-nascida, Alice, nasceu com lóbulo bífido. A condição, que causa uma fenda no lóbulo da orelha, impede o uso de brincos e levantou dúvidas entre seus seguidores sobre o que é, se oferece riscos e como é o tratamento.

Apesar do nome complexo, a condição é mais comum do que parece e, na maioria dos casos, representa apenas uma questão estética, sem qualquer impacto na audição ou na saúde geral da criança.

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O que é lóbulo bífido?

O lóbulo bífido é uma anomalia congênita caracterizada por uma fenda ou divisão no lóbulo da orelha.

Essa fissura pode variar em tamanho, desde um pequeno corte na borda inferior até uma divisão que separa o lóbulo em duas partes distintas. A condição pode afetar uma ou ambas as orelhas.

Quais são as causas do lóbulo bífido?

O lóbulo bífido pode ter origem congênita (presente desde o nascimento) ou ser adquirido ao longo da vida. As principais causas são:

  • Característica hereditária transmitida geneticamente (causa mais comum em casos congênitos);

  • Uso prolongado de brincos pesados, que pode rasgar o tecido gradualmente;

  • Trauma ou lesão que cause um rasgo no lóbulo da orelha.

A condição oferece algum risco para o bebê?

Não. O lóbulo bífido é considerado uma condição puramente estética. Ele não afeta a capacidade auditiva nem está ligado a outras complicações de saúde. O principal impacto é a impossibilidade de usar brincos convencionais e a aparência da orelha, que pode motivar os pais a buscarem uma correção cirúrgica no futuro.

Como é feita a cirurgia para corrigir o lóbulo bífido?

A correção é realizada por meio de um procedimento cirúrgico chamado lobuloplastia. Trata-se de uma cirurgia simples e rápida, geralmente feita com anestesia local em ambiente ambulatorial para adultos. No entanto, em bebês e crianças pequenas, o procedimento requer anestesia geral, o que faz com que muitos médicos recomendem aguardar até que a criança seja maior para realizar a correção. O cirurgião remove a pele da fenda e une as duas partes do lóbulo com suturas delicadas.

A idade ideal para a realização do procedimento pode variar, sendo uma decisão conjunta entre a família e o médico. No caso de sua filha, a própria Laís Caldas explicou que optou por aguardar ela crescer para evitar a necessidade de anestesia geral. Após a cicatrização completa, que leva algumas semanas, a orelha pode ser furada novamente para o uso de brincos.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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