A infecção pelo vírus da Mpox começa de forma silenciosa. Após o contato com uma pessoa infectada, geralmente através da pele ou secreções, o vírus entra no corpo e inicia um período de incubação. Essa fase tende a durar de três a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Durante esse tempo, a pessoa não apresenta sintomas, mas o agente infeccioso já está se multiplicando e se espalhando internamente.
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Sintomas da Mpox
Febre alta, dor de cabeça intensa, calafrios, dores musculares e nas costas, além de cansaço extremo são apenas os sintomas iniciais. Depois da fase inicial, entre um e três dias após o início da febre, começam a surgir erupções cutâneas ou lesões de pele, que são a marca mais conhecida da Mpox.
Essas lesões podem ser planas ou elevadas, com líquido claro ou amarelado, evoluindo para crostas que secam e caem, e costumam aparecer no rosto, nas mãos, nos pés, na boca, nas genitais, no ânus e em outras partes do corpo.
Todo esse processo pode levar de duas a quatro semanas. É fundamental não coçar nem estourar as bolhas para evitar infecções secundárias na pele e a formação de cicatrizes permanentes. A pessoa infectada continua transmitindo o vírus até que todas as crostas caiam completamente e uma nova camada de pele se forme por baixo.
A recuperação e o fim do contágio
A recuperação começa quando todas as crostas caem naturalmente, revelando uma pele nova por baixo. A partir desse momento, que costuma acontecer entre duas a quatro semanas, a pessoa deixa de ser contagiosa. O corpo, então, finaliza o processo de combate à infecção, e a maioria dos sintomas, como o cansaço e as dores, desaparece gradualmente.
A circulação da doença em grandes centros urbanos reforça a importância de procurar atendimento médico ao identificar os primeiros sintomas. O diagnóstico é realizado por meio de um exame laboratorial, permite o isolamento adequado para frear a transmissão e garante o acompanhamento necessário para uma recuperação segura.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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*Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata
