Encontros com enxames de abelhas podem acontecer em qualquer lugar, e saber como agir nessas situações pode evitar uma tragédia. A reação correta, baseada em orientações do Corpo de Bombeiros, pode salvar vidas.

Ao avistar um enxame, mantenha distância e afaste-se lentamente. Evite fazer barulhos ou movimentos bruscos, pois as abelhas são sensíveis a ruídos e odores fortes, que podem ser interpretados como uma ameaça. Se o enxame estiver em local de risco, acione o Corpo de Bombeiros (193) e nunca tente removê-lo por conta própria.

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O que fazer durante um ataque de enxame

A prioridade é fugir o mais rápido possível para sair da zona de ataque. Enquanto corre, proteja as áreas mais vulneráveis do corpo, como o rosto, o pescoço e a cabeça. Use uma camisa, um casaco ou o que tiver em mãos para cobrir essas regiões.

Encontre um abrigo seguro e fechado, como um carro com os vidros levantados, uma casa ou um prédio. Pular em rios ou piscinas pode ser um erro, pois as abelhas podem sobrevoar a área e esperar que a pessoa suba para respirar, continuando o ataque.

Como ajudar uma vítima de picadas

Ao socorrer alguém que foi atacado, o primeiro passo é levar a pessoa para um local seguro, longe do enxame. Em seguida, acione imediatamente o serviço de emergência, ligando para o Samu (192) ou para o Corpo de Bombeiros (193).

Enquanto o socorro não chega, é importante remover os ferrões que ficaram na pele para interromper a injeção do veneno. Para isso, use a borda de um cartão de crédito ou a própria unha para raspá-los, de forma paralela à pele. Nunca use pinças ou tente espremer o local, pois isso pode injetar o restante do veneno contido no ferrão.

Observe atentamente os sinais de uma reação alérgica grave, conhecida como anafilaxia, que pode ocorrer mesmo em pessoas que não sabiam ser alérgicas. Sintomas como dificuldade para respirar, inchaço no rosto ou na garganta, tontura e urticária generalizada indicam uma emergência médica. Mantenha a vítima calma e deitada até a chegada da ajuda profissional.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria

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