Jogos de azar muitas vezes se confundem com somente diversão e tornam-se um vício. Identificar os sinais de alerta e saber onde procurar ajuda é necessário para evitar que o entretenimento se torne uma compulsão pelos jogos.

A emoção de uma possível vitória libera dopamina no cérebro, um neurotransmissor ligado ao prazer. Com o tempo, o organismo pode se acostumar a esse estímulo, exigindo apostas mais frequentes ou de maior valor para obter a mesma sensação. Esse ciclo pode levar à perda de controle, com graves consequências financeiras e emocionais.

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Quando a aposta vira um problema?

A transição entre um hábito saudável e a compulsão ocorre quando o ato de apostar deixa de ser uma escolha e se torna uma necessidade. Ficar atento a mudanças de comportamento é essencial para identificar o problema a tempo.

Alguns sinais claros indicam que a situação se tornou prejudicial:

  • Preocupação constante: pensar em apostas a maior parte do tempo, planejando a próxima jogada ou como conseguir dinheiro para jogar.

  • Necessidade de aumentar o valor: apostar quantias cada vez maiores para sentir a mesma emoção que sentia no início.

  • Perda de controle: tentar parar, controlar ou diminuir a frequência das apostas, mas sem sucesso.

  • Mentiras e omissões: esconder o quanto joga e as perdas financeiras de familiares e amigos para não gerar conflitos.

  • Prejuízos financeiros: usar dinheiro destinado a contas essenciais, como aluguel e alimentação, ou pegar empréstimos para sustentar o hábito.

  • Irritabilidade: ficar inquieto, ansioso ou irritado ao tentar diminuir ou parar de jogar.

Onde buscar ajuda gratuita em Minas Gerais

Reconhecer a compulsão é o primeiro passo para a recuperação. O tratamento é possível e acessível, e em Minas existem caminhos gratuitos para quem precisa de apoio especializado para lidar com o vício em jogos:

  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): distribuídos por todo o estado, os CAPS oferecem atendimento especializado em saúde mental, incluindo tratamento para compulsões. As equipes contam com psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais.

  • Jogadores Anônimos (JA): presente em diversas cidades mineiras, os jogadores anônimos oferecem um grupo de apoio baseado em 12 passos. O ambiente é sigiloso e sem custos, permitindo a troca de experiências para buscar a recuperação.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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