O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou que o fim da emergência sanitária pela Covid-19, nesta sexta-feira (5/5), não significa que a pandemia acabou e reforçou a importância de ter esquema vacinal completo. O petista lamentou as mais de 700 mil mortes pelo vírus no Brasil e atribuiu, pelo menos, a metade delas à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Câmara autoriza PBH a assumir controle dos ônibus na capitalLula é recebido no governo britânico com protestos: 'Ladrão'Lula envia ao Congresso proposta de valorização do salário mínimo'Lula corrupção': Felipe Neto reclama que Google sugere corrigir 'coroação'Senadores da CPI da COVID celebram fim da emergência globalMandetta sobre Brasil na COVID: 'Poderíamos ter evitado metade dos mortos'O mandatário da República também lembrou o incentivo ao uso de remédios sem comprovação científica no enfrentamento ao vírus. “Vidas perdidas pela negação da ciência. Por um governo que não comprou vacinas logo quando foram ofertadas ao país”, continuou.
Apesar da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciar que a Covid-19 não é mais uma emergência de saúde pública de importância internacional - o alerta mais alto -, a autoridade ainda reforça que a doença causa mortes e que há riscos de novas variantes. A OMS estima que mais de 15 milhões de pessoas morreram.
Lula fez um apelo para que as pessoas procurem tomar suas doses de reforço e afirmou que o governo federal irá incentivar a saúde, a ciência e a pesquisa no país, atuando “para preservar vidas”.