Entre algumas coisas que a ciência já atesta sobre o novo coronavírus uma é a capacidade de alto contágio e que não discrimina ninguém, tampouco políticos descrentes, como tem demostrado ser o presidente Jair Bolsonaro, que nesta terça-feira (7) afirmou ter testado positivo para a COVID-19.
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É o caso do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson. Diagnosticado com COVID-19 em abril e ficou três noites na UTI, após apresentar ‘sintomas persistentes’, como febre e tosse.
Johnson teve uma atitude inicial desdenhosa em declarações sobre a pandemia.
Juntamente com o presidente norte- americano, Donald Trump, e com o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, foi um dos líderes mundiais que tratou com incredulidade a ameaça do coronavírus.
Trump e Bolsonaro trataram a pandemia como uma gripe. Bolsonaro chegou a dar declarações e tomar atitudes reiteradas de não consideração sobre a gravidade da pandemia .
Nos EUA, em 26 de fevereiro, Trump se referia ao coronavírus como “uma gripe”, enquanto, no Brasil, Bolsonaro dizia que tudo não passava de “uma fantasia” – isso já em 10 de março, quando havia 4 mil mortos no mundo e 25 pessoas contaminadas no Brasil.
No Brasil, dois prefeitos de capitais se contaminaram coma COVID-19: Bruno Covas (SP) e Arthur Virgílio, ambos do PSDB.
Mortes
Na China, ex-chefe da Comissão de Assuntos Étnicos e Religioso de Wuhan, Wang Xianliang; o ex-prefeito de Huangshi, Yang Xiaobo; e o ex-diretor geral adjunto do Departamento de Assuntos Civis da província de Hube, Wen Zengxian.
Aqui, no Brasil, eleito pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Antônio Felícia morreu aos 57 anos, na madrugada do dia 27 de março.