Jornal Estado de Minas

Chuva desta terça forçou PBH a adotar, pela primeira vez, plano contra tragédias em enchentes

 

 

A Prefeitura de Belo Horizonte colocou em prática, nesta terça-feira (29), de maneira inédita, o plano de segurança contra enchentes – anunciada pelo Executivo municipal como alternativa para evitar tragédias nos pontos críticos de inundação na cidade. No ano passado, quatro pessoas morreram em inundações ocorridas em Venda Nova.


O plano de emergência foi adotado em dois pontos nesta terça: nas avenidas Tereza Cristina e Vilarinho.


Na primeira via, o bloqueio durou cerca de uma hora e trinta minutos e aconteceu em quatro pontos, das 17h40 até as 19h10. O fechamento aconteceu nos cruzamentos da Tereza Cristina com as Rua Metalia, com a Via 210, com o Córrego Ferrugem e com a Avenida Dom João VI.


Ainda assim, vídeos que circulam nas redes sociais mostram carros sendo arrastados na Avenida Tereza Cristina.

 

 


O prejuízo para esses veículos pode ter acontecido justamente pela maior crítica ao planejamento da prefeitura. A implantação dos protocolos de emergência criam zonas de exclusão, onde ninguém entra, mas onde quem está dentro também não sabe quando nem por onde sair.


Já na Vilarinho, o impedimento aconteceu entre a Rua Capitão Nelson Albuquerque e a Avenida Cristiano Machado, um trecho de quase dois quilômetros. O bloqueio durou aproximadamente 30 minutos.

 

No Bairro Prado, nas proximidades da Avenida Francisco Sá, viatura da Polícia Civil monitorou possibilidade de enchente - Foto: Túlio Santos/EM/D.A Press 


No início do mês, o Estado de Minas publicou reportagem sobre o tema e apresentou os mapas de isolamento da prefeitura. Os planos de contingência abrangem, além das avenidas supracitadas, a Avenida Francisco Sá e Prudente de Morais, outros dois pontos de enchente em BH.


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