Brasília e São Paulo - O gerente executivo da Value Partners do Brasil, Rogério Carvalho dos Santos, disse que a empresa fez um contato "institucional" com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e que isso não se converteu em assinatura de contrato.
O gerente disse desconhecer a existência de boletos com seu nome na casa de Costa. Questionado sobre o material sobre a Value Partners apreendido pela PF no imóvel do ex-diretor, respondeu: "No caso do Paulo, a gente não apresentou nada de detalhes". Em nota, a Value frisou que "não tem e nunca teve nenhum tipo de sociedade" com o ex-diretor.
O Ministério do Esporte não detalhou os pagamentos às empresas do Consórcio Copa, como pedido pelo Estado. Em nota, informou não ter relação com Costa e disse desconhecer qualquer ligação dele com "as empresas contratadas por licitação".
A pasta explicou que implementou, por meio de um plano, todas as medidas solicitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) após a constatação, em auditoria, de falhas no contrato. "O Consórcio Copa forneceu os serviços previstos pelo contrato, feito a partir da licitação."
A Petrobras Distribuidora disse, via assessoria de imprensa, que tem dois contratos vigentes com a Value Partners, ambos firmados por meio de licitação. Procurada, a Fifa não se pronunciou.
