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Protesto do Movimento Passe Livre termina em confronto em São Paulo Grupo mascarado começou a agir depois que o pessoal do MPL se dispersou. Lojas foram depredadas

Estado de Minas

Publicação: 19/06/2014 20:02 Atualização: 19/06/2014 20:15

 (Miguel Schincariol / AFP)
Pessoas mascaradas depredaram carros e atiraram rojões em direção a viaturas da Polícia Militar (PM) em ruas do bairro Pinheiros, na zona oeste da capital paulista nesta quinta-feira. Os mascarados começaram a agir após um ato feito pelo Movimento Passe Livre (MPL), que pediu tarifa zero no transporte público, encerrado na marginal Pinheiros por volta das 19h.


Após os manifestantes do MPL se dispersarem pela marginal, os mascarados entraram no bairro e atearam fogo em sacos de lixo e em sucata. Parte deles portava pedaços de pau e pedras nas mãos. Lojas de carros e bancos foram destruídos pelos vândalos. A PM revidou com bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral.

Mais cedo

A manifestação do Movimento Passe Livre (MPL) fechou todas as faixas da Marginal Pinheiros, no sentido da Rodovia Castello Branco, na altura da Ponte Eusébio Matoso. O movimento faz no local um ato reivindicando tarifa zero no transporte público do município. Os manifestantes queimaram catracas feitas de papelão.

Havia pouca presença de policiamento no local. No entanto, equipes da Cavalaria e da Força Tática da Polícia Militar (PM) estavam dispostas na Rua Sumidouro, a algumas dezenas de metros dos manifestantes. Até as 18h30 não havia registro de confronto entre policiais e manifestantes.

Durante todo o trajeto da manifestação a presença da polícia foi pequena. Ao menos três agências bancárias e uma concessionária foram depredadas por manifestantes mascarados na Avenida Rebouças. No entanto, parte dos ativistas conseguiu impedir a depredação de outros bancos no caminho da passeata.

De acordo com a PM, havia cerca de 1,3 mil pessoas na manifestação, que ocorre um ano após o movimento ter conseguido barrar a elevação nos preços do transporte público da capital paulista.

Há exatamente um ano, em 19 de junho de 2013, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o governador do estado, Geraldo Alckmin, anunciaram, após intensas manifestações na capital paulista, que haviam abdicado do aumento de R$ 0,20 que seria aplicado nas tarifas dos ônibus do transporte público e do metrô de São Paulo.

(Com Agência Brasil)

 (Miguel Schincariol / AFP)

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Esta matéria tem: (4) comentários

Autor: José Resende
Acho que o sentimento geral em relação a essas quebradeiras depende que QUAL o banco está sendo quebrado. Tem um aí, que é totalmente possível entender por que é o alvo corriqueiro dos baderneiros... | Denuncie |

Autor: Marco Pereira
A PM paulista informou que foi trapida pelos responsáveis destas manifestações que, enviaram um memorando afirmando que não haveria vandalismo. ACREDITARAM EM PAPAI NOEL a PM. Tinham que ter um mínimo de policiais para intimidar esses vândalos. Passaram a perna na PM. Dá para acreditar mais uma vez? | Denuncie |

Autor: Marco Pereira
Imaginem o rapaz que quebrava os carros se descoberto e identificado, tendo que pagar pelos estragos...o pai seria o responsável pelo pagamento ou se o indivíduo trabalhar que seu salário seja para pagar pelos danos. Se fosse meu filho, eu o expulsaria de casa sem dúvida alguma... | Denuncie |

Autor: Jose Luiz de Souza
Não concordo nunca, de forma nenhuma com a quebradeira, quem esta roubando o nosso dinheiro que pagamos com impostos não são os donos das lojas vandalizadas. mostrem maturidade expulsando todos os políticos profissionais tanto na política como no roubo votem certo fora pt e psdb.... | Denuncie |

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