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Cota nas universidades federais cresce 155,6%

Agência Estado

Publicação: 14/04/2014 21:07 Atualização:

São Paulo, 14 - O número de vagas reservadas nas universidades federais do País cresceu 155,6% nos dois anos em que a Lei de Cotas está em vigor. O total de cadeiras destinadas aos cotistas saltou de 30,2 mil, em 2012, para quase 77,4 mil nos processos seletivos deste ano, que ofertaram pouco mais de 191,7 mil vagas. Os dados fazem parte de um levantamento divulgado ontem pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

A proporção total de cotas já é de 40,3%. Até 2016, a lei prevê que metade das vagas seja destinada a pretos, pardos e indígenas (PPIs) e alunos de escola pública com baixa renda, segundo a distribuição de PPIs em cada Estado definida pelo IBGE. Em 2012, 21,6% das vagas eram reservadas.

O avanço no número de cotistas, porém, foi mais tímido no segundo ano do que no primeiro. Entre 2012 e o ano passado, o crescimento havia sido de 96%. Já entre 2013 e este ano, foi de 30,1%. O total de vagas para não cotistas, pela necessidade de ajustar a oferta à demanda, recuou 11,6% entre 2013 e 2014. Entre as regiões do País, a mais atrasada na implementação das cotas é a Norte - com 10,1% menos do que prevê a lei para 2016. Já as federais do Sul reservam 4,2% mais do que fixa a norma para daqui a dois anos.

Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: Fábio Soares
Continuando o comentário anterior, negros e alunos vindos da escola pública,de baixa renda ou não,sempre entraram nas universidades federais sem precisar de cotas. Eles NÃO SÃO MENOS CAPAZES QUE OS OUTROS.Ou seja,as cotas não beneficiam exatamente raças ou classes sociais. Beneficiam alunos fracos. | Denuncie |

Autor: Fábio Soares
Um dos motivos do bom nível dos cursos das universidades federais sempre foi o bom nível escolar, cultural e intelectual dos alunos que entravam. Com o sistema de cotas, isso acaba e as universidades federais vão para o brejo. O critério deveria ser a competência, não a cor da pele. | Denuncie |

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