17°/ 31°
Belo Horizonte,
01/NOV/2014
  • (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Haddad descarta nova ação policial na Cracolândia

Agência Estado

Publicação: 26/01/2014 08:07 Atualização:

São Paulo, 26 - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou neste sábado (25) que a ação da Polícia Civil na Cracolândia não teve impacto no Programa Operação Braços Abertos, da Prefeitura, e que acha pouco provável que haja novas ações policiais como a da última quinta-feira, na qual cinco pessoas ficaram feridas. "Eu sempre acredito na evolução da espécie. O ser humano comete erros, mas novos, não os antigos", disse, durante a posse do Conselho Participativo Municipal, no Palácio de Convenções, no Anhembi.

Haddad afirmou que uma beneficiária do programa começa nesta segunda-feira (27) a trabalhar na copa do gabinete da Prefeitura. "A estratégia é movê-los de lugar, para que eles percam o hábito de verem aquele local (Cracolândia) como o único a ser frequentado." Segundo o prefeito, a mulher, que não teve o nome revelado, tem 42 anos, está grávida do sexto filho e a assistência da saúde viu nela potencial de recuperação de curto prazo. "Achamos que, pela condição dela, deveríamos tentar oferecer uma oportunidade já."

O ministro da Saúde e pré-candidato do PT ao governo do Estado, Alexandre Padilha, também criticou a ação da Polícia Civil na Cracolândia. Ele já tinha comentado o assunto na sexta-feira (24). "É muito difícil convencer e estimular um médico, enfermeiro ou agente de saúde a salvar a vida de pessoas quando ele está sob risco de levar bombas de gás ou sofrer qualquer tipo de agressão", afirmou. "Sou otimista de que o trabalho dos médicos possa continuar. É muito importante que eles tenham tranquilidade para continuar salvando vidas e espero que as ações da polícia sigam cada vez mais ações planejadas." Padilha falou após missa na Catedral da Sé, em homenagem aos 460 anos de São Paulo.

Durante a missa, o Comitê contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e Periférica promoveu ato do lado de fora da catedral. Uma estudante disse que viu um mendigo ser proibido de entrar na igreja.

Festa

Paulinho da Viola fez o show mais esperado das comemorações. Cerca de 12 mil pessoas, segundo estimativa dos organizadores, foram à Praça da República, no centro. As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo

.

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »

Envie sua história efaça parte da rede de conteúdo do grupo Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.