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Mãe e padrasto do garoto Joaquim têm prisão temporária prorrogada Casal é apontado pela Polícia Civil como os principais suspeitos da morte da criança no interior de São Paulo

Estado de Minas

Agência Estado

Publicação: 09/12/2013 16:03 Atualização: 09/12/2013 16:16

Cartazes foram afixados em frente à casa onde morava Joaquim (Sergio Masson/Estadao Conteudo )
Cartazes foram afixados em frente à casa onde morava Joaquim
A Justiça de São Paulo decidiu, nesta segunda-feira, prorrogar por mais 30 dias a prisão temporária da mãe e do padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos. Natália Mingoni Ponte, de 29 anos, e Guilherme Raymo Longo, de 28. Segundo a Polícia Civil, o casal é suspeito da morte da criança em Ribeirão Preto, no interior paulista.

O pedido de prorrogação da prisão do casal foi feito pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro ao Ministério Público de São Paulo. Castro também solicitou que o inquérito seja estendido por igual período.

A criança desapareceu de casa em 5 de novembro, mas seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, no dia 10.

A linha de investigação policial aponta o padrasto Guilherme Longo como principal suspeito pela morte de Joaquim. Ele teria aplicado uma dose excessiva de insulina no garoto e, depois, jogado o corpo na água. Longo nega qualquer envolvimento no caso, assim como Natália.

Homenagem

Na última quinta-feira, dia 5, uma manifestação foi realizada na frente da casa de Joaquim, no Jardim Independência, em Ribeirão Preto. Pessoas vestindo camisas com a foto do garoto e portando cartazes pediram justiça no caso e mais rigor nos crimes cometidos contra crianças. Já à noite aconteceu na matriz de Ribeirão uma missa em homenagem aos 30 dias da morte de Joaquim a pedido de familiares.
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Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: Miguel D Avila
Houve acusações sem provas. A investigação policial parece isenta, mas deve evitar espetáculo. Deve-se investigar, até prova em contrário, se houve assassinato ou outra possibilidade. Sob efeito psicológico da insulina ou de alterações acentuadas de glicose, o menino pode ter ido até o rio sozinho. | Denuncie |

Autor: José Filho
Como é difícil concluir o óbvio. O padrasto matou o menino com a ajuda da mãe biológica. Simples assim. Mandar os dois cumprirem pena junto da Suzane Richtoffen e os Nardoni. Cana longa, de preferência até a morte. Por injeção de Insulina na veia. | Denuncie |

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