SIGA O EM

Massimo Bataglini

'Metrorama' para o morador

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.
[{'id_foto': 273171, 'arquivo_grande': '', 'credito': 'Pedro Motta/Estado de Minas ', 'link': '', 'legenda': '', 'arquivo': 'ns62/app/noticia_127983242361/2009/12/24/141433/20091224114459598886u.jpg', 'alinhamento': 'center', 'descricao': None}]

postado em 24/12/2009 11:38

Maurício Lara /Estado de Minas



Pedro Motta/Estado de Minas

O italiano Massimo Bataglini nem sabia que BH estava no mapa até sair do México, de ônibus, para procurar amigos. A viagem, sem pressa, durou seis meses. Ele chegou no final de 1998, quando um desses amigos tinha acabado de alugar um imóvel no Bairro Santa Efigênia. “Ele tinha a idéia de fazer um restaurante”, diz Massimo, que gostou do projeto e da cidade. O espaço transformou-se no restaurante Osteria Matiazzi.

O italiano casou-se com uma mineira e, hoje, nem pensa em voltar para Veneza, sua cidade Natal. Mas trouxe de lá a falta de gosto por automóveis e trânsito engarrafado. Pelo prazer de caminhar e pela necessidade de se deslocar, gostaria de dar à cidade, como presente de Natal, um “ferrorama”, em clara analogia ao brinquedo ferrorama. “Penso que esse é melhor presente para quem mora em uma grande metrópole”, reflete.

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600