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Rodoviária de BH reduz 25% do consumo após descoberta de mina d'água

A água, por ser contaminada, é utilizada para lavar pátios e na irrigação dos jardins. Recurso de um poço artesiano está sendo avaliado. Se for potável, economia pode chegar a 100%

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postado em 27/01/2015 19:14 / atualizado em 27/01/2015 19:37

Pedro Ferreira

Marcos Vieira/EM/D.A Press

Uma mina d’água descoberta em outubro do ano passado no setor de desembarque do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Tergip), em Belo Horizonte, reduziu em 25% o consumo de água tratada oferecida pela Copasa. Por ser contaminada, a água da mina é usada para lavar pátios e irrigação dos jardins. nesta terça-feira, o vice-prefeito e secretário municipal do Meio Ambiente, Délio Malheiros, acompanhado de técnicos e engenheiros da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec), e da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), vistoriaram um poço artesiano desativado há 20 anos numa área de manobra dos ônibus.

Amostras da água do poço, captada a 150 metros de profundidade, serão analisadas por uma empresa contratada pela prefeitura. Se ela for potável, a economia pode chegar a 100%, segundo o vice-prefeito, e será usada inclusive para o consumo humano. As únicas despesas seriam com a taxa de esgoto e com a energia elétrica usada para alimentar a bomba, que ficaria em torno de R$ 600.

O projeto também prevê a captação de água da chuva do telhado da rodoviária e construção de uma caixa de armazenamento, com capaciadade para 100 mil litros de água. O local da caixa d’água já foi escolhido. Será em um canteiro de plantas da Rua Saturnino de Brito, sobre um cômodo onde antes funcionava um antigo exaustor. Atualmente, a rodoviária gasta 15 mil metros cúbicos de água por dia e a conta mensal de água fica em torno de R$ 110 mil.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600
 
Guilherme
Guilherme - 28 de Janeiro às 07:48
Já sabiam disso há meses! Agora montam uma operação "circo" para aparecer pra plateia. É impressionante a capacidade marqueteira. Ainda fala bobagem, consumir a água....o que não falta é legislação para padrões de qualidade da água antes de se pensar em servir para consumo.
 
THiago
THiago - 28 de Janeiro às 06:32
Sim mas já não era pra existir a tal outra rodoviária?
 
Eusimar
Eusimar - 28 de Janeiro às 07:47
Era sim, se não fosse a indústria de invasões, os padres de passeata e a lerdeza da justiça ela já estaria funcionando.
 
marcio
marcio - 28 de Janeiro às 00:25
E bom ter cuidado com essa "mina" devido a água que sai dela é água do rio (esgoto) arrudas, que passa ao lado da rodoviária. Já vi gari bebendo essa água direto da mangueira.
 
Rodrigo
Rodrigo - 27 de Janeiro às 22:58
A COP AS A já há alguns anos obra caro pelo serviço que presta, essa crise vai empurrar o cidadão para soluções antigas como reabertura de poços artesianos, aí uma crise na empresa empresa leve a pensar sobre as tarifas por que é bem cômodo para uma concessionária ter um produto sem concorrência e não precisar de investir adequadamente. E ainda se seu produto fica escasso cobra sobretaxa de seu cliente.
 
MARCELO
MARCELO - 27 de Janeiro às 22:07
Na caixa econômica, na tupinambás, entre Afonso Pena e Amazonas, jogam milhares de litros de agua fora, em um bueiro bem defronte ao banco, usando uma bomba dágua.
 
MARCELO
MARCELO - 27 de Janeiro às 22:05
Som o Centro de especialidades médicas e sob o Extra, no Santa Efigênia, há várias nascente,enterradas e inutilizadas, também, sob a igreja quadrangular, no mesmo bairro.
 
MARCELO
MARCELO - 27 de Janeiro às 21:32
Existem várias destas minas em BH, no sub solo do Edifício Bemge na Pça. Sete tem uma que jogava água fora o dia inteiro, não sei se tem mais. Se estiver ativa serviria muito bem para lavar a praça ou ser canalizada para uso no próprio edifício. Será que a prefeitura vai dar uma olhada lá ? vamos esperar para ver.