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Promotor Henry Vasconcelos ataca defesa e cita carta recebida por jurado

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O promotor Henry Vasconcelos iniciou as alegações para acusação às 13h07. A desefa usou boa parte do tempo para atacar o representante do Ministério Público, que foi contundente na resposta. O promotor disse que a defesa deve ser plena, mas sem "desregramento". Criticou as falas de Quaresma, que segundo Henry, foram indevidas "com uso do cachimbo". Nesse ponto, promotor lembra da polêmica aparição de Quaresma fumando crack em Belo Horizonte e desqualifica sutilmente o criminalista.

O promotor continuou atacando a defesa e lembrou que, em novembro, os advogados abandonaram o plenário, deixando Bola sem defesa e provocando o adiamento do júri. Criticou ainda o pedido de extensão do tempo para alegações iniciais feita por Quaresma que segundo Henry, seria o prazo de fazer cinco miojos.

Henry respondeu a um dos problemas apontados por Quaresma, o que se refere à idoneidade do julgamento de Macarrão e Fernanda. Disse que naquele julgamento não houve qualquer procedimento incorreto, sendo a jurada doente atendida rapidamente. Disse que a jurada não desmaiou, não teve colapso físico ou mental diferente do que alegou a defesa.

Enquanto Henry falava, Quaresma passeou pelo salão do júri, riu, ironizou e conversou com colegas sobre as falas do promotor. Usando um tablet, deu as costas para o tablado de onde Henry falava e ficou por vários minutos digitando.

" A promotoria nao é covarde ou leviana diferente da defesa que sem delimitação ética é capaz de proceder para os próprios interesses", disse a acusação enquanto a defesa reagia.

Carta


Henry falou sobre uma carta recebida pela juíza de uma pessoa que se sentiu intimidada pela defesa de Bola em julgamento de outro crime no ano passado. O promotor pediu que a juíza garanta que o jurados não fiquem com medo nesta sessão devido a periculosidade de Bola. Henry pede que os jurados sejam poupados de qualquer ameaça por parte da defesa do ex-policial e voltou a solicitar a retirada dos autos as fotos do réu carregando armas.

Ao finalizar a alegações, Henry reafirmou sua convicção de que Marcos Aparecido dos Santos matou Eliza. Lembrou também que ainda estão em investigação as participações de outros dois policais civis nos crimes contra Eliza. O promotor levantou também que outras pessoas, sem nomes divulgados na mídia, são investigadas por envolvimento na trama criminosa.
Tags: casobruno
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