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Defesa diz que Bruno não é mandante do crime e vai apresentar provas

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postado em 07/03/2013 16:13 / atualizado em 07/03/2013 17:42

João Henrique do Vale

O debate entre defesa e acusação começou tenso. Durante a manhã desta quinta-feira, no Fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o promotor Henry Vasconcellos usou falas fortes para tentar convencer os jurados de que Bruno Fernandes é culpado. Na parte da tarde, o advogado do goleiro, Lúcio Adolfo, apresenta os argumentos. De acordo com ele, a estratégia é retirar as qualificadoras e provar que o atleta não mandou matar Eliza Samudio.


"O promotor disse e colocou no papel que Bruno mandou matar Eliza Samudio. Não há prova de mando. A única prova de mando é desmentida por um depoimento que está aqui hoje e eu vou apresentar aos jurados", diz Lúcio Adolfo.

O defensor afirmou que a estratégia de colocar o goleiro novamente na frente da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, que preside o julgamento, para fazer um novo depoimento, foi para deixar claro a confissão do goleiro. "Acordei com todos os jornais dizendo que aquilo (depoimento do goleiro) não era confissão. Então chamei o Bruno e falei: Vamos matar essa dúvida. Você sabia que Eliza ia ser morta? Ele disse que sabia e imaginava, porque havia uma constante briga por parte do Macarrão e Eliza", afirmou.

Os advogados do goleiro Bruno e de Dayanne tÊm duas horas e meias para fazer as argumentações iniciais. Em seguida, a acusação poderá fazer a réplica, com duração de duas horas. O mesmo tempo poderá ser usado pela defesa dos réus para a tréplica.

Logo depois do debate, os jurados vão se reunir para decidir se condenam ou não os réus.
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Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Rodnei
Rodnei - 07de Março às 18:11
Quem vai condena-lo é a mídia. Comparem a cobertura do uai e do globo.com. No segundo há apenas fragmentos, é muito fácil manipular a opinião pública.
 
Marco
Marco - 07de Março às 17:12
Tudo bem que Bruno não mandou matar...mas imaginava que fosse acontecer o pior e não fêz nada parta evitar. Porque? Aí é que o bicho tá pegando...a trama de levar Eliza para o sítio e de lá para a morte, Bruno não sabia que seriam capazes os seus "amigos" de mata-la? Me engana que eu gosto...
 
ailton
ailton - 07de Março às 16:56
É muita pressão! estão fazendo desse julgamento um tipo de espetáculo, uma vingança pública. Haja coração para aguentar tudo isso! a vida do Bruno nunca mais será a mesma. Uma pessoa está morta, outra está sentada no banco dos réus com todo tipo de pressão física e psicológica. Não sei se aguentaria.