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Bruno presta depoimento, em Ribeirão das Neves, sobre morte de babá

Ele vai prestar esclarecimentos sobre a morte de Graziele Beatriz Leal de Souza que trabalhou como babá para ele em 2010

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O ex-goleiro Bruno Fernandes deixou a Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã desta terça-feira, para prestar depoimento na Delegacia de Homicídios de Ribeirão das Neves. O ex-atleta, acusado de envolvimento no desaparecimento e morte de Eliza Samudio, vai prestar esclarecimentos sobre a morte de uma mulher que trabalhou como babá para ele. Graziele Beatriz Leal de Souza, teria cuidado do filho do goleiro Bruno quando Eliza, mãe da criança, ficou desaparecida. Bruno chegou por volta de 10h e saiu às 13h05 da delegacia em Neves.

Graziele foi executada a tiros na porta de casa, no Bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, Grande BH, em 2011. Dois suspeitos do crime foram presos,mas a polícia não deu detalhes sobre eles. Segundo testemunhas, há indícios de queima de arquivo para a morte de Graziele porque ela sabia de informações sobre o ex-atleta e pessoas ligadas a ele. Porém, a polícia acredita que ela tenha sido morta por engano no lugar de uma familiar, Geisla Leal, supostamente envolvida com o tráfico de drogas. Os fatos estão sendo esclarecidos em inquérito presidido pelo delegado Márcio Rocha.

Em agosto deste ano o primo do goleiro Sérgio Rosa Sales que também era acusado de envolvimento no desaparecimento e morte de Eliza, foi assassinado. A polícia concluiu que foi um crime passional. Naquele mês, uma testemunha denunciou ao Jornal da Alterosa, que outras pessoas ligadas ao goleiro haviam sido assassinadas, entre elas Graziele e o irmão dela.

A denúncia do Ministério Público sobre o sumiço de Eliza aponta que a ex-mulher de Bruno, Dayanne de Souza, ficou responsável por cuidar da criança logo depois da morte da modelo, que foi executada pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conforme o processo. O Ministério Público não cita Graziele na trama criminosa que terminou com a morte de Eliza. Na denúncia consta “Dayanne foi responsável pela ocultação da criança. Essa conduta tinha um único objetivo: apagar as provas do crime de homicídio que haviam (os acusados) cometido”.

Veja a denúncia:


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