{"id":84248,"date":"2025-08-01T22:38:00","date_gmt":"2025-08-02T01:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=84248"},"modified":"2025-07-31T10:24:28","modified_gmt":"2025-07-31T13:24:28","slug":"por-que-algumas-pessoas-sentem-mais-dor-do-que-outras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/08\/01\/por-que-algumas-pessoas-sentem-mais-dor-do-que-outras\/","title":{"rendered":"Por que algumas pessoas sentem mais dor do que outras"},"content":{"rendered":"\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/07\/29\/dor-lombar-cronica-tem-solucao-eficaz-segundo-especialistas-brasileiros\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>dor<\/strong> <\/a>\u00e9 uma experi\u00eancia universal, mas a forma como \u00e9 sentida e a sua dura\u00e7\u00e3o podem variar drasticamente de pessoa para pessoa. Cientistas est\u00e3o trabalhando para entender esse fen\u00f4meno complexo, e novas pesquisas sugerem o motivo pelo qual os indiv\u00edduos sentem dor de maneiras diferentes. Recentemente, estudos envolvendo pesquisadores da <strong>Universidade de Stanford<\/strong> e do <strong>Instituto Max Planck<\/strong> ampliaram a compreens\u00e3o sobre essas diferen\u00e7as, mostrando tamb\u00e9m fatores gen\u00e9ticos e ambientais como poss\u00edveis influ\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O papel do neuroeixo da dor na experi\u00eancia de dor<\/li>\n\n\n\n<li>A diferen\u00e7a entre dor aguda e dor cr\u00f4nica<\/li>\n\n\n\n<li>Descobertas recentes sobre os mecanismos de dor<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o neuroeixo da dor atua no nosso corpo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Nossa experi\u00eancia de <strong><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/saude-brasil\/eu-quero-me-exercitar\/noticias\/2022\/a-atividade-fisica-pode-auxiliar-na-reducao-das-dores-osseas-articulares-e-musculares\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dor<\/a><\/strong> depende de uma rede neural complexa conhecida como <strong>neuroeixo<\/strong> da dor. Esse sistema envolve tanto nervos perif\u00e9ricos quanto neur\u00f4nios centrais. Quando sentimos dor, esses neur\u00f4nios disparam, enviando sinais para a medula espinhal e o c\u00e9rebro. A corrente de pot\u00e1ssio tem um papel crucial nessa rede, regulando a excitabilidade dos neur\u00f4nios e influenciando a transmiss\u00e3o dos sinais de dor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a dor aguda pode se tornar cr\u00f4nica?<\/h2>\n\n\n\n<p>A dor aguda \u00e9 uma resposta imediata e protetora do corpo, alertando para les\u00f5es e servindo como mecanismo de defesa. No entanto, a dor cr\u00f4nica persiste al\u00e9m do tempo normal de cicatriza\u00e7\u00e3o, muitas vezes sem um prop\u00f3sito protetor claro. Cientistas ainda estudam por que a dor aguda normal \u00e0s vezes se transforma em dor cr\u00f4nica an\u00f4mala, o que pode indicar disfun\u00e7\u00e3o no processamento da dor.<\/p>\n\n\n\n<p>Altera\u00e7\u00f5es na regula\u00e7\u00e3o da corrente de pot\u00e1ssio podem levar a uma hiperexcitabilidade neuronal. Essa disfun\u00e7\u00e3o contribui significativamente para a cronifica\u00e7\u00e3o da dor, pois facilita a transi\u00e7\u00e3o de uma dor aguda, que deveria ser tempor\u00e1ria, para um estado de dor cr\u00f4nica persistente.<\/p>\n\n\n\n<p>Interven\u00e7\u00f5es que visam normalizar a fun\u00e7\u00e3o da corrente de pot\u00e1ssio podem oferecer novas abordagens terap\u00eauticas para a dor cr\u00f4nica. Estudos recentes, apresentados em congressos como o <strong>Congresso Europeu de Dor<\/strong>, indicam que medicamentos inovadores e t\u00e9cnicas de neuromodula\u00e7\u00e3o est\u00e3o em desenvolvimento, trazendo esperan\u00e7a para pacientes que convivem com essa condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/SENTINDO-DOR_1753968110772-1024x576.jpg\" alt=\"Por que algumas pessoas sentem mais dor do que outras\" class=\"wp-image-84260\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/SENTINDO-DOR_1753968110772-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/SENTINDO-DOR_1753968110772-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/SENTINDO-DOR_1753968110772-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/SENTINDO-DOR_1753968110772-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/SENTINDO-DOR_1753968110772-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/SENTINDO-DOR_1753968110772.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Idoso sentindo dor cr\u00f4nica &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ NatashaFedorova<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O papel surpreendente dos neur\u00f4nios de proje\u00e7\u00e3o no processo da dor<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma nova pesquisa se concentrou em neur\u00f4nios espec\u00edficos, chamados neur\u00f4nios de proje\u00e7\u00e3o, encontrados na corno dorsal da medula espinhal. Esses neur\u00f4nios enviam mensagens de <strong>dor<\/strong> para outras partes do c\u00e9rebro e desempenham um papel crucial na regula\u00e7\u00e3o da dor. Algumas dessas descobertas foram publicadas recentemente na revista <strong>Nature Neuroscience<\/strong>, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia desses neur\u00f4nios como alvos terap\u00eauticos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a corrente de pot\u00e1ssio atua como freio na dor aguda?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores descobriram que, durante o pico de dor aguda, a corrente de pot\u00e1ssio nos neur\u00f4nios funciona como um freio, ajudando a regular a intensidade da dor e evitando uma sobrecarga no sistema. A corrente de pot\u00e1ssio, ao regular a excitabilidade neuronal, desempenha um papel crucial na modula\u00e7\u00e3o da dor, controlando a atividade dos neur\u00f4nios envolvidos na transmiss\u00e3o nociceptiva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais as implica\u00e7\u00f5es para o tratamento da dor cr\u00f4nica?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na dor cr\u00f4nica, o freio natural parece n\u00e3o funcionar corretamente, sugerindo uma diferen\u00e7a na forma como lidamos com a dor cr\u00f4nica em compara\u00e7\u00e3o com a dor aguda. Isso pode mudar significativamente como abordamos o <strong>tratamento da dor<\/strong> cr\u00f4nica. Novas pesquisas cl\u00ednicas, como as realizadas no <strong>Hospital das Cl\u00ednicas de S\u00e3o Paulo<\/strong>, t\u00eam buscado testar alternativas mais precisas e personalizadas para cada paciente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que esperar dos estudos futuros?<\/h2>\n\n\n\n<p>O objetivo futuro da pesquisa \u00e9 desenvolver tratamentos que possam <strong>aliviar a dor cr\u00f4nica<\/strong> sem efeitos adversos. Esse estudo ainda est\u00e1 em fase inicial, mas novos caminhos promissores est\u00e3o sendo explorados, especialmente no campo dos mecanismos de IA. Plataformas de an\u00e1lise, como a <strong>IBM Watson Health<\/strong>, tamb\u00e9m come\u00e7am a ser utilizadas para prever a resposta individual a medicamentos, otimizando o tratamento para cada paciente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/07\/30\/formigamento-nas-pernas-e-dor-lombar-pode-ser-hernia-de-disco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Formigamento nas pernas e dor lombar? Pode ser h\u00e9rnia de disco<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>O sono desempenha um papel crucial na percep\u00e7\u00e3o da dor. Estudos indicam que o sono inadequado pode aumentar a sensibilidade \u00e0 dor, enquanto dormir bem ajuda no processo de recupera\u00e7\u00e3o e na redu\u00e7\u00e3o da dor cr\u00f4nica. Isso ocorre porque o sono regula neurotransmissores e reduz a inflama\u00e7\u00e3o, impactando diretamente as vias de percep\u00e7\u00e3o da dor. Uma pesquisa realizada na <strong>Universidade de Harvard<\/strong> em <strong>2023<\/strong> refor\u00e7ou a liga\u00e7\u00e3o entre dist\u00farbios do sono e aumento do risco de desenvolver dor cr\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais descobertas sobre a experi\u00eancia de dor<\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>A dor aguda \u00e9 uma resposta imediata e protetora que pode servir como prote\u00e7\u00e3o, enquanto a dor cr\u00f4nica persiste sem um prop\u00f3sito aparente al\u00e9m do tempo normal de cicatriza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Neur\u00f4nios de proje\u00e7\u00e3o desempenham um papel crucial na experi\u00eancia de dor, regulando sinais atrav\u00e9s de uma corrente de pot\u00e1ssio.<\/li>\n\n\n\n<li>A corrente de pot\u00e1ssio \u00e9 essencial na regula\u00e7\u00e3o da dor, atuando como freio na dor aguda, mas pode falhar na dor cr\u00f4nica, oferecendo um caminho para novos tratamentos.<\/li>\n\n\n\n<li>A compreens\u00e3o da diferen\u00e7a entre dor aguda e cr\u00f4nica pode levar ao desenvolvimento de tratamentos mais eficazes.<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A dor \u00e9 uma experi\u00eancia universal, mas a forma como \u00e9 sentida e a sua dura\u00e7\u00e3o podem variar drasticamente de pessoa para pessoa. 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