{"id":69318,"date":"2025-07-01T10:00:00","date_gmt":"2025-07-01T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=69318"},"modified":"2025-07-01T00:00:22","modified_gmt":"2025-07-01T03:00:22","slug":"doenca-infecciosa-retorna-voltou-a-circular-no-brasil-e-ja-tem-mais-de-44-mortes-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/07\/01\/doenca-infecciosa-retorna-voltou-a-circular-no-brasil-e-ja-tem-mais-de-44-mortes-em-2025\/","title":{"rendered":"Doen\u00e7a infecciosa retorna voltou a circular no Brasil e j\u00e1 tem mais de 44 mortes em 2025"},"content":{"rendered":"\n<p>A <a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/blogs\/a-hora-da-ciencia\/post\/2025\/06\/retorno-da-febre-amarela.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">febre-amarela<\/a> \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa aguda, causada por um v\u00edrus transmitido principalmente por mosquitos silvestres. Embora seja end\u00eamica em v\u00e1rias regi\u00f5es do continente americano, incluindo o\u00a0<strong>Brasil<\/strong>, a preocupa\u00e7\u00e3o com surtos urbanos tem crescido nos \u00faltimos anos. Fatores como baixas taxas de vacina\u00e7\u00e3o, alta circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus em macacos silvestres e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que favorecem a prolifera\u00e7\u00e3o de mosquitos nas cidades contribuem para o aumento do risco de transmiss\u00e3o urbana.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos, a\u00a0<strong>Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana de Sa\u00fade<\/strong>\u00a0(Opas) tem alertado para o risco elevado de surtos urbanos de febre-amarela, especialmente no sul do\u00a0<strong>Brasil<\/strong>,\u00a0<strong>Am\u00e9rica Central<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Caribe<\/strong>. Em\u00a0<strong>2024<\/strong>, foram registrados 61 casos no continente americano, resultando em 30 mortes. Em\u00a0<strong>2025<\/strong>, at\u00e9 maio, o n\u00famero de casos confirmados j\u00e1 havia aumentado para 221, com 89 mortes em cinco pa\u00edses. No\u00a0<strong>Brasil<\/strong>, foram 110 casos com 44 mortes no mesmo per\u00edodo, destacando a gravidade da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a febre-amarela se espalha?<\/h2>\n\n\n\n<p>A febre-amarela \u00e9 transmitida por mosquitos, principalmente em \u00e1reas silvestres. No entanto, o v\u00edrus tamb\u00e9m pode ser disseminado pelo\u00a0<strong>Aedes aegypti<\/strong>, o mesmo mosquito que transmite a dengue, em \u00e1reas urbanas. Isso representa um risco significativo, pois muitas cidades brasileiras abrigam esse mosquito, que encontra condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis para sua prolifera\u00e7\u00e3o. Embora o \u00faltimo registro de febre-amarela urbana no\u00a0<strong>Brasil<\/strong>\u00a0tenha sido em\u00a0<strong>1942<\/strong>, a possibilidade de um novo surto urbano n\u00e3o pode ser descartada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 crucial?<\/h2>\n\n\n\n<p>A vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 a principal medida de preven\u00e7\u00e3o contra a febre-amarela. A vacina \u00e9 de dose \u00fanica e oferece prote\u00e7\u00e3o para a vida toda. Desde\u00a0<strong>2020<\/strong>, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 de vacina\u00e7\u00e3o universal para brasileiros at\u00e9 59 anos. No entanto, a cobertura vacinal tem ficado abaixo das metas estabelecidas, com dados mostrando uma cobertura nacional de apenas 73% em\u00a0<strong>2024<\/strong>. A baixa ades\u00e3o \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o aumenta o risco de a doen\u00e7a escapar das \u00e1reas silvestres e iniciar um ciclo de transmiss\u00e3o urbana.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/febre-amarela-_1751325144722-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-69361\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/febre-amarela-_1751325144722-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/febre-amarela-_1751325144722-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/febre-amarela-_1751325144722-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/febre-amarela-_1751325144722-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/febre-amarela-_1751325144722-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/febre-amarela-_1751325144722.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mosquito transmissor &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ diy13@ya.ru<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os desafios na produ\u00e7\u00e3o de vacinas?<\/h2>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de vacinas contra a febre-amarela enfrenta desafios significativos. No\u00a0<strong>Brasil<\/strong>, a vacina \u00e9 produzida por\u00a0<strong>Biomanguinhos<\/strong>\u00a0na rede p\u00fablica e pela\u00a0<strong>Sanofi<\/strong>\u00a0na rede privada. Ambas s\u00e3o vacinas atenuadas feitas em ovo, o que limita a produ\u00e7\u00e3o devido \u00e0 necessidade de granjas certificadas. Durante surtos urbanos em\u00a0<strong>2017<\/strong>, o\u00a0<strong>Brasil<\/strong>\u00a0recorreu a doses fracionadas da vacina de Biomanguinhos devido \u00e0 escassez. A capacidade de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 um fator cr\u00edtico, especialmente em tempos de aumento da demanda.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que pode ser feito para prevenir surtos urbanos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para prevenir surtos urbanos de febre-amarela, \u00e9 essencial aumentar a cobertura vacinal e controlar a popula\u00e7\u00e3o de mosquitos nas \u00e1reas urbanas. Campanhas de vacina\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o fundamentais para alcan\u00e7ar esses objetivos. Al\u00e9m disso, medidas de controle ambiental, como a elimina\u00e7\u00e3o de criadouros de mosquitos, s\u00e3o necess\u00e1rias para reduzir o risco de transmiss\u00e3o. A febre amarela \u00e9 uma doen\u00e7a grave, e a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 a melhor estrat\u00e9gia para evitar suas consequ\u00eancias devastadoras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os sintomas e como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os principais sintomas da febre-amarela incluem febre alta, calafrios, dor de cabe\u00e7a, dores musculares, n\u00e1usea e v\u00f4mito. Em casos mais graves, pode ocorrer insufici\u00eancia hep\u00e1tica e hemorragias, levando ao risco de morte. O diagn\u00f3stico \u00e9 realizado atrav\u00e9s de exames laboratoriais espec\u00edficos, como sorologia e testes moleculares, geralmente dispon\u00edveis em grandes centros de refer\u00eancia no\u00a0<strong>Brasil<\/strong>. O diagn\u00f3stico precoce \u00e9 importante para o manejo adequado dos casos e para a ado\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de medidas de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a febre-amarela impacta a sa\u00fade p\u00fablica?<\/h2>\n\n\n\n<p>O impacto da febre-amarela na sa\u00fade p\u00fablica \u00e9 expressivo, principalmente em regi\u00f5es com baixa cobertura vacinal. Surtos podem sobrecarregar os sistemas de sa\u00fade, especialmente em cidades de grande porte, como\u00a0<strong>Rio de Janeiro<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>S\u00e3o Paulo<\/strong>. Al\u00e9m disso, o risco de exporta\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a para outros pa\u00edses aumenta a necessidade de vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica e de estrat\u00e9gias integradas entre governos e ag\u00eancias internacionais. Investimentos em pesquisas, fortalecimento da aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e campanhas educativas s\u00e3o essenciais para enfrentar o desafio que a febre-amarela representa para a sociedade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A febre-amarela \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa aguda, causada por um v\u00edrus transmitido principalmente por mosquitos silvestres. Embora seja end\u00eamica em v\u00e1rias regi\u00f5es do continente americano, incluindo o\u00a0Brasil, a preocupa\u00e7\u00e3o com surtos urbanos tem crescido nos \u00faltimos anos. 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