{"id":54671,"date":"2025-06-05T07:40:00","date_gmt":"2025-06-05T10:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=54671"},"modified":"2025-06-04T17:27:13","modified_gmt":"2025-06-04T20:27:13","slug":"a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/","title":{"rendered":"A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo"},"content":{"rendered":"\n<p>No mundo atual, onde a busca por baterias mais eficientes \u00e9 constante, um dispositivo do s\u00e9culo XIX continua a intrigar cientistas e entusiastas. Trata-se da <strong>Campainha de Oxford<\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como <strong>Clarendon Dry Pile<\/strong>. Este dispositivo not\u00e1vel, localizado no <strong>Laborat\u00f3rio Clarendon <\/strong>da <strong><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/02\/14\/oxford-avanca-na-computacao-quantica-com-teletransporte-entre-processadores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Oxford<\/a><\/strong>, na <strong>Inglaterra<\/strong>, <strong>tem funcionado ininterruptamente por pelo menos 185 anos<\/strong>, sem a necessidade de recarga ou substitui\u00e7\u00e3o de sua bateria original.<\/p>\n\n\n\n<p>O que torna a Campainha de Oxford t\u00e3o fascinante \u00e9 o mist\u00e9rio que envolve sua fonte de energia. Os especialistas n\u00e3o sabem exatamente do que \u00e9 composta a bateria, e hesitam em desmontar o dispositivo por medo de interromper seu funcionamento cont\u00ednuo. Este artefato hist\u00f3rico n\u00e3o apenas desperta curiosidade, mas tamb\u00e9m oferece insights valiosos sobre a durabilidade e efici\u00eancia energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona a Campainha de Oxford?<\/h2>\n\n\n\n<p>A Campainha de Oxford opera com base em um princ\u00edpio simples, mas eficaz. Estudos sugerem que sua fonte de energia \u00e9 uma forma primitiva de &#8220;pilha seca&#8221;, que utiliza discos alternados de metais como <strong>prata <\/strong>e <strong>zinco<\/strong>, selados com <strong>enxofre<\/strong>. Esta configura\u00e7\u00e3o gera correntes el\u00e9tricas extremamente baixas, suficientes para manter o dispositivo em opera\u00e7\u00e3o por quase dois s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p>O funcionamento cont\u00ednuo da campainha \u00e9 atribu\u00eddo ao consumo m\u00ednimo de energia. A bateria consome apenas 1 nanoamp\u00e8re cada vez que o sino oscila entre as laterais, uma quantidade de corrente quase insignificante. Al\u00e9m disso, a for\u00e7a eletrost\u00e1tica desempenha um papel crucial, permitindo que o sino de chumbo toque as estruturas laterais, carregando e descarregando continuamente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ad-10-1024x576.jpg\" alt=\"A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo\" class=\"wp-image-54684\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ad-10-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ad-10-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ad-10-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ad-10-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ad-10-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ad-10.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Campainha de Oxford &#8211; Cr\u00e9ditos: Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a Campainha de Oxford ainda funciona?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma das raz\u00f5es para a longevidade da Campainha de Oxford \u00e9 a baixa resist\u00eancia do ar e a efici\u00eancia do design eletrost\u00e1tico. O doutor <strong>Robert Taylor<\/strong>, da Universidade de Oxford, explica que o movimento do sino \u00e9 sustentado por uma pequena quantidade de carga que flui entre as extremidades, com perdas m\u00ednimas de energia.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o movimento do sino tenha desacelerado nos \u00faltimos anos, o dispositivo continua a funcionar. O som outrora aud\u00edvel da campainha n\u00e3o pode mais ser ouvido devido \u00e0 baixa voltagem restante na bateria, mas o movimento persiste, alimentado por uma fonte de energia que desafia o tempo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as curiosidades sobre a Campainha de Oxford?<\/h2>\n\n\n\n<p>A Campainha de Oxford n\u00e3o foi originalmente concebida como um experimento cient\u00edfico. Ela foi adquirida por um professor de Oxford e deixada no laborat\u00f3rio, onde permanece at\u00e9 hoje. Embora um papel indique que foi montada em 1840, alguns especialistas acreditam que sua constru\u00e7\u00e3o remonta a 1825.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o <strong><a href=\"https:\/\/www.guinnessworldrecords.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Guinness Book<\/a><\/strong> reconheceu a fonte de energia da campainha como a &#8220;<strong>bateria mais dur\u00e1vel do mundo<\/strong>&#8220;. Apesar das previs\u00f5es de que o dispositivo possa parar de funcionar em breve, ele continua a ser um testemunho da engenhosidade do s\u00e9culo XIX, inspirando futuras inova\u00e7\u00f5es em tecnologia de baterias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O futuro da Campainha de Oxford est\u00e1 assegurado?<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora a Campainha de Oxford continue a funcionar, os cientistas est\u00e3o atentos ao seu eventual desgaste. Alguns acreditam que o sino central se deteriorar\u00e1 antes que a carga da bateria se esgote completamente. At\u00e9 que isso aconte\u00e7a, a campainha permanece como um s\u00edmbolo de durabilidade e efici\u00eancia energ\u00e9tica, oferecendo li\u00e7\u00f5es valiosas para o desenvolvimento de novas tecnologias.<\/p>\n\n\n\n<p>Em um mundo em busca de solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis, a Campainha de Oxford nos lembra que a inova\u00e7\u00e3o pode vir de onde menos se espera. Enquanto o mist\u00e9rio de sua composi\u00e7\u00e3o permanece, ela continua a inspirar cientistas e engenheiros a explorar novas fronteiras na busca por baterias mais dur\u00e1veis e eficientes. Al\u00e9m disso, em 2023, novos m\u00e9todos de an\u00e1lise n\u00e3o invasiva est\u00e3o sendo considerados para estudar sua composi\u00e7\u00e3o sem interromper seu funcionamento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No mundo atual, onde a busca por baterias mais eficientes \u00e9 constante, um dispositivo do s\u00e9culo XIX continua a intrigar cientistas e entusiastas. Trata-se da Campainha de Oxford, tamb\u00e9m conhecida como Clarendon Dry Pile. Este dispositivo not\u00e1vel, localizado no Laborat\u00f3rio Clarendon da Universidade de Oxford, na Inglaterra, tem funcionado ininterruptamente por pelo menos 185 anos, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":54683,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[8819],"tags":[2199,9746,161],"class_list":["post-54671","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","tag-bateria","tag-oxford","tag-tecnologia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo - Estado de Minas - Em foco<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"A Campainha de Oxford n\u00e3o parou desde o s\u00e9culo XIX e desafia a ci\u00eancia com sua bateria que nunca descarrega. Entenda esse fen\u00f4meno.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo - Estado de Minas - Em foco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A Campainha de Oxford n\u00e3o parou desde o s\u00e9culo XIX e desafia a ci\u00eancia com sua bateria que nunca descarrega. Entenda esse fen\u00f4meno.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Estado de Minas - Em foco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-06-05T10:40:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-06-04T20:27:13+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/battery_1748958747309.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Gabriel Martins\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Gabriel Martins\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"4 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo - Estado de Minas - Em foco","description":"A Campainha de Oxford n\u00e3o parou desde o s\u00e9culo XIX e desafia a ci\u00eancia com sua bateria que nunca descarrega. Entenda esse fen\u00f4meno.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo - Estado de Minas - Em foco","og_description":"A Campainha de Oxford n\u00e3o parou desde o s\u00e9culo XIX e desafia a ci\u00eancia com sua bateria que nunca descarrega. Entenda esse fen\u00f4meno.","og_url":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/","og_site_name":"Estado de Minas - Em foco","article_published_time":"2025-06-05T10:40:00+00:00","article_modified_time":"2025-06-04T20:27:13+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/battery_1748958747309.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Gabriel Martins","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Gabriel Martins","Est. tempo de leitura":"4 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/","url":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/","name":"A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo - Estado de Minas - Em foco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/battery_1748958747309.jpg","datePublished":"2025-06-05T10:40:00+00:00","dateModified":"2025-06-04T20:27:13+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/#\/schema\/person\/1c9ddeab18b98abeffef834667bcf08a"},"description":"A Campainha de Oxford n\u00e3o parou desde o s\u00e9culo XIX e desafia a ci\u00eancia com sua bateria que nunca descarrega. Entenda esse fen\u00f4meno.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/battery_1748958747309.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/battery_1748958747309.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Imagem ilustrativa de bateria - Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ monticello"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/06\/05\/a-bateria-mais-duravel-do-mundo-segue-ativa-apos-185-anos-e-ninguem-sabe-o-motivo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A bateria mais dur\u00e1vel do mundo segue ativa ap\u00f3s 185 anos e ningu\u00e9m sabe o motivo"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/#website","url":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/","name":"Estado de Minas - Em foco","description":"Acompanhe as \u00faltimas not\u00edcias e fique bem informado sobre tudo o que acontece em Minas Gerais, Brasil e no mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/#\/schema\/person\/1c9ddeab18b98abeffef834667bcf08a","name":"Gabriel Martins","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f0f1e2efdfd88f1ad2cb08c5c2731e50?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f0f1e2efdfd88f1ad2cb08c5c2731e50?s=96&d=mm&r=g","caption":"Gabriel Martins"},"sameAs":["https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/"],"url":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/author\/gabrielmartinsmyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54671"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54671\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54685,"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54671\/revisions\/54685"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54683"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}