{"id":250573,"date":"2026-07-17T03:35:00","date_gmt":"2026-07-17T06:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=250573"},"modified":"2026-07-17T01:06:27","modified_gmt":"2026-07-17T04:06:27","slug":"ela-viveu-15-anos-com-o-companheiro-e-ajudou-a-erguer-a-casa-mas-foi-chamada-de-apenas-namorada-no-inventario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/17\/ela-viveu-15-anos-com-o-companheiro-e-ajudou-a-erguer-a-casa-mas-foi-chamada-de-apenas-namorada-no-inventario\/","title":{"rendered":"Ela viveu 15 anos com o companheiro e ajudou a erguer a casa, mas foi chamada de &#8220;apenas namorada&#8221; no invent\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n<p>Quinze anos de vida em comum n\u00e3o viram casamento no papel, mas tamb\u00e9m n\u00e3o podem ser apagados por um r\u00f3tulo usado pelos herdeiros. Se houver prova de <strong>uni\u00e3o est\u00e1vel<\/strong>, a companheira pode entrar na partilha, pedir mea\u00e7\u00e3o e defender sua moradia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ser chamada de namorada tira o direito ao invent\u00e1rio?<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. A palavra usada pelos filhos do falecido n\u00e3o define, sozinha, a natureza da rela\u00e7\u00e3o. O que pesa \u00e9 a vida que o casal mantinha e se havia conviv\u00eancia p\u00fablica, cont\u00ednua, duradoura e com inten\u00e7\u00e3o de formar fam\u00edlia, como prev\u00ea a <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2002\/l10406compilada.htm#art1723\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">regra legal que define a uni\u00e3o est\u00e1vel<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O relato que inspira o caso n\u00e3o apresenta n\u00famero de processo nem decis\u00e3o judicial publicada. Assim, os <strong>15 anos<\/strong>, a ajuda na obra e o valor atribu\u00eddo ao im\u00f3vel devem ser tratados como dados narrados, n\u00e3o como fatos j\u00e1 reconhecidos por um juiz. O <strong><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Uni%C3%A3o_est%C3%A1vel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">verbete sobre uni\u00e3o est\u00e1vel<\/a><\/strong> ajuda a diferenciar esse v\u00ednculo do namoro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que precisa ser provado para reconhecer a uni\u00e3o est\u00e1vel?<\/h2>\n\n\n\n<p>A lei n\u00e3o exige casamento, escritura p\u00fablica ou prazo m\u00ednimo. Tamb\u00e9m n\u00e3o basta mostrar que o namoro durou muitos anos. A parte interessada precisa demonstrar que o casal vivia como fam\u00edlia, e n\u00e3o apenas que mantinha uma rela\u00e7\u00e3o afetiva longa.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o reconhecimento ocorre depois da morte, a a\u00e7\u00e3o \u00e9 chamada de <strong>uni\u00e3o est\u00e1vel p\u00f3s-morte<\/strong>, processo usado para confirmar o v\u00ednculo contra o <strong>esp\u00f3lio<\/strong>, conjunto de bens e d\u00edvidas deixados, e contra os sucessores. Estas provas costumam ter peso:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Endere\u00e7o comum:<\/strong> contas, cadastros e correspond\u00eancias no mesmo local.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Vida financeira:<\/strong> despesas divididas, transfer\u00eancias, compras e contratos do casal.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica:<\/strong> fotos, mensagens, convites e registros em que ambos apareciam como fam\u00edlia.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Testemunhas:<\/strong> parentes, vizinhos e amigos que acompanhavam a rotina.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Depend\u00eancia formal:<\/strong> plano de sa\u00fade, seguro, imposto de renda ou cadastro de benefici\u00e1rio.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unaiao-estavel-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-251049\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unaiao-estavel-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unaiao-estavel-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unaiao-estavel-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unaiao-estavel-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unaiao-estavel-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unaiao-estavel.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ela viveu 15 anos com o companheiro e ajudou a erguer a casa, mas foi chamada de &#8220;apenas namorada&#8221; no invent\u00e1rio<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A ajuda para construir a casa garante metade do im\u00f3vel?<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o de forma autom\u00e1tica. Sem contrato escrito escolhendo outro regime, aplica-se em regra a <strong>comunh\u00e3o parcial de bens<\/strong>, conforme a <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2002\/l10406compilada.htm#art1725\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">norma patrimonial da uni\u00e3o est\u00e1vel<\/a><\/strong>. Nesse regime, bens comprados de forma onerosa durante a conviv\u00eancia podem integrar o patrim\u00f4nio comum.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>mea\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 a parte que j\u00e1 pertence ao sobrevivente nos bens comuns, antes do c\u00e1lculo da heran\u00e7a. No caso de uma constru\u00e7\u00e3o, o resultado depende de pontos concretos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Data do terreno:<\/strong> um lote comprado antes da rela\u00e7\u00e3o pode continuar sendo bem particular.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Momento da obra:<\/strong> constru\u00e7\u00e3o feita durante a conviv\u00eancia pode gerar discuss\u00e3o patrimonial.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Origem do dinheiro:<\/strong> notas, transfer\u00eancias e recibos ajudam a mostrar quem pagou.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Registro do im\u00f3vel:<\/strong> estar apenas no nome do falecido n\u00e3o encerra a an\u00e1lise.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/16\/justica-manda-banco-indenizar-mulher-em-r-15-mil-apos-erro-que-sujou-seu-nome\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Justi\u00e7a manda banco indenizar mulher em R$ 15 mil ap\u00f3s erro que sujou seu nome<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mea\u00e7\u00e3o, heran\u00e7a e moradia s\u00e3o a mesma coisa?<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. A mea\u00e7\u00e3o separa o que j\u00e1 era patrim\u00f4nio do casal. A heran\u00e7a divide o que pertencia ao falecido. Ap\u00f3s o <strong><a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?classeProcesso=RE&amp;incidente=4744004&amp;numeroProcesso=878694&amp;numeroTema=809\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">julgamento que igualou companheiro e c\u00f4njuge na sucess\u00e3o<\/a><\/strong>, a uni\u00e3o est\u00e1vel reconhecida segue a ordem do artigo 1.829 do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n\n\n\n<p>A moradia tem outra prote\u00e7\u00e3o. O <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9278.htm#art7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">direito de habita\u00e7\u00e3o do companheiro sobrevivente<\/a><\/strong> pode permitir que ele permane\u00e7a no lar da fam\u00edlia, embora existam condi\u00e7\u00f5es e exce\u00e7\u00f5es. As diferen\u00e7as ficam mais claras assim:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"531\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1033-1024x531.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-251012\" style=\"width:680px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1033-1024x531.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1033-300x156.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1033-768x398.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1033-750x389.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1033-1140x591.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1033.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a companheira deve fazer se for exclu\u00edda?<\/h2>\n\n\n\n<p>Ela pode buscar advogado ou atendimento da Defensoria P\u00fablica para pedir o reconhecimento da uni\u00e3o est\u00e1vel e apresentar as provas no invent\u00e1rio. Sem filho incapaz, o <strong><a href=\"https:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Paginas\/Comunicacao\/Noticias\/2024\/18122024-Sem-filho-incapaz--reconhecimento-de-uniao-estavel-pos-morte-deve-tramitar-no-ultimo-domicilio-do-casal.aspx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">entendimento sobre o local da a\u00e7\u00e3o p\u00f3s-morte<\/a><\/strong> aponta o \u00faltimo domic\u00edlio do casal.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 prudente n\u00e3o assinar ren\u00fancia, acordo de sa\u00edda ou partilha sem orienta\u00e7\u00e3o. Quando a rela\u00e7\u00e3o existiu como fam\u00edlia, o papel pode faltar, mas as provas ainda podem falar por ela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quinze anos de vida em comum n\u00e3o viram casamento no papel, mas tamb\u00e9m n\u00e3o podem ser apagados por um r\u00f3tulo usado pelos herdeiros. Se houver prova de uni\u00e3o est\u00e1vel, a companheira pode entrar na partilha, pedir mea\u00e7\u00e3o e defender sua moradia. 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