{"id":249783,"date":"2026-07-16T13:25:00","date_gmt":"2026-07-16T16:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=249783"},"modified":"2026-07-15T18:22:34","modified_gmt":"2026-07-15T21:22:34","slug":"foi-a-pior-dor-da-minha-vida-relatos-sobre-a-colocacao-do-diu-expoem-como-a-dor-feminina-ainda-e-minimizada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/16\/foi-a-pior-dor-da-minha-vida-relatos-sobre-a-colocacao-do-diu-expoem-como-a-dor-feminina-ainda-e-minimizada\/","title":{"rendered":"\u201cFoi a pior dor da minha vida\u201d: relatos sobre a coloca\u00e7\u00e3o do DIU exp\u00f5em como a dor feminina ainda \u00e9 minimizada"},"content":{"rendered":"\n<p>Relatos de mulheres descrevendo a coloca\u00e7\u00e3o do&nbsp;<strong>dispositivo intrauterino (DIU)<\/strong>&nbsp;como \u201ca pior dor da vida\u201d t\u00eam exposto um abismo entre o que se promete nos consult\u00f3rios \u2013 \u201cs\u00f3 uma c\u00f3lica forte e r\u00e1pida\u201d \u2013 e o que muitas realmente vivem: dor intensa, sensa\u00e7\u00e3o de desmaio e experi\u00eancias traum\u00e1ticas. Esse contraste, em um procedimento amplamente usado e considerado seguro, escancara como a&nbsp;<strong>dor feminina<\/strong>&nbsp;ainda \u00e9 subestimada e mal conduzida dentro da medicina e do sistema de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A dor na coloca\u00e7\u00e3o do DIU \u00e9 realmente t\u00e3o comum?<\/h2>\n\n\n\n<p>Estudos recentes mostram que a dor na inser\u00e7\u00e3o do&nbsp;<strong>DIU hormonal e de cobre<\/strong>&nbsp;est\u00e1 longe de ser exce\u00e7\u00e3o. Uma pesquisa da Unicamp com 7.259 inser\u00e7\u00f5es revelou que 54% das mulheres classificaram a dor como severa (nota \u2265 7 em uma escala de 0 a 10), e apenas 3% disseram n\u00e3o sentir dor.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualiza\u00e7\u00f5es conduzidas no Caism\/Unicamp, entre 2022 e 2024, apontaram que 81% das usu\u00e1rias relataram dor moderada a severa, em claro choque com diretrizes oficiais que estimam menos de 5% nesse n\u00edvel. Esses dados refor\u00e7am que a dor \u00e9 uma experi\u00eancia frequente e precisam ser levados em conta na pr\u00e1tica cl\u00ednica cotidiana.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/171-1024x576.jpg\" alt=\"\u201cFoi a pior dor da minha vida\u201d: relatos sobre a coloca\u00e7\u00e3o do DIU exp\u00f5em como a dor feminina ainda \u00e9 minimizada\" class=\"wp-image-250050\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/171-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/171-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/171-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/171-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/171-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/171.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fatores anat\u00f4micos e hist\u00f3rico de traumas influenciam a intensidade dolorosa.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais fatores explicam a varia\u00e7\u00e3o da dor entre as mulheres?<\/h2>\n\n\n\n<p>A ginecologista e obstetra&nbsp;<strong>Larissa Cassiano<\/strong>, com mais de uma d\u00e9cada de atua\u00e7\u00e3o em inser\u00e7\u00e3o de DIU, destaca que a dor n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com \u201cfrescura\u201d ou baixa toler\u00e2ncia. O procedimento envolve manipular o colo e a cavidade uterina, regi\u00e3o \u00edntima e altamente sens\u00edvel, sendo mais invasivo que um simples&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/14\/motorista-faz-exame-para-emprego-teste-acusa-drogas-por-engano-e-ele-ganha-r-15-mil-na-justica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">exame <\/a>de papanicolau<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Aspectos como o posicionamento do colo do \u00fatero, canal vaginal estreito,&nbsp;<strong>vaginismo<\/strong>&nbsp;e hist\u00f3rico de traumas ginecol\u00f3gicos podem intensificar a dor. Em casos raros, a dor pode sinalizar complica\u00e7\u00f5es como perfura\u00e7\u00e3o uterina ou migra\u00e7\u00e3o do dispositivo, exigindo avalia\u00e7\u00e3o imediata.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o DIU ainda costuma ser colocado sem anestesia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Historicamente, a&nbsp;<strong>coloca\u00e7\u00e3o do DIU sem anestesia<\/strong>&nbsp;foi normalizada como um procedimento \u201cr\u00e1pido de consult\u00f3rio\u201d, o que serviu de justificativa para n\u00e3o incluir anestesia de rotina. No entanto, ensaios cl\u00ednicos mostram que o&nbsp;<strong>bloqueio paracervical<\/strong>&nbsp;\u2013 anestesia local ao redor do colo do \u00fatero \u2013 reduz significativamente a dor em todas as etapas da inser\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS)<\/strong>&nbsp;reconhece que a anestesia local diminui o desconforto, mas cita desafios como necessidade de treinamento, tempo extra e custos de materiais. Ainda assim, estudo publicado no&nbsp;<em>Middle East Fertility Society Journal<\/em>&nbsp;mostrou aumento de satisfa\u00e7\u00e3o de 63% para 80% com o bloqueio paracervical, defendendo sua ado\u00e7\u00e3o como t\u00e9cnica eficaz e acess\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira o v\u00eddeo compartilhado pelo canal do YouTube <strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@canalvaginal_\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CANAL VAGINAL<\/a><\/strong> falando sobre a dor que mulheres sentem na hora de colocar DIU e como se preparar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"DOR NA HORA DE COLOCAR O DIU | Mariana Viza\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YWE71W8LB8E?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o sistema de sa\u00fade pode melhorar o cuidado com a dor feminina?<\/h2>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o em torno do DIU exp\u00f5e uma cultura m\u00e9dica que frequentemente minimiza&nbsp;<strong>c\u00f3licas incapacitantes<\/strong>, dores de&nbsp;<strong>endometriose<\/strong>, desconforto em exames e at\u00e9 mesmo no parto. Em vez de adaptar o procedimento, recorre-se a orienta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ricas, como \u201ctome um analg\u00e9sico antes\u201d, que estudos mostram ser insuficientes para esse tipo de dor.<\/p>\n\n\n\n<p>Para transformar essa realidade, \u00e9 essencial adotar rotinas mais humanizadas e baseadas em evid\u00eancias. Alguns pontos pr\u00e1ticos que podem fazer diferen\u00e7a na experi\u00eancia da paciente incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Explica\u00e7\u00e3o clara e antecipada<\/strong>&nbsp;de cada etapa da inser\u00e7\u00e3o, poss\u00edveis sensa\u00e7\u00f5es e riscos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Oferta real de anestesia local<\/strong>&nbsp;(como bloqueio paracervical), discutida de forma objetiva e sem julgamento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ambiente acolhedor<\/strong>, com privacidade, linguagem acess\u00edvel e abertura para que a paciente relate medo e dor.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Monitoramento p\u00f3s-procedimento<\/strong>, com orienta\u00e7\u00f5es sobre sinais de alerta e acesso f\u00e1cil \u00e0 reavalia\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como decidir sobre o DIU e cobrar um procedimento mais humano?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar das experi\u00eancias negativas de algumas mulheres, o&nbsp;<strong>DIU<\/strong>&nbsp;segue como um dos m\u00e9todos contraceptivos de longa dura\u00e7\u00e3o mais eficazes, com vers\u00f5es com e sem horm\u00f4nio e poucas contraindica\u00e7\u00f5es. A quest\u00e3o central n\u00e3o \u00e9 abandonar o m\u00e9todo, mas exigir que a inser\u00e7\u00e3o seja feita com preparo emocional, manejo adequado da dor e respeito absoluto ao relato da paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea est\u00e1 pensando em colocar um DIU \u2013 ou j\u00e1 sofreu com uma inser\u00e7\u00e3o dolorosa \u2013, leve essas informa\u00e7\u00f5es para sua pr\u00f3xima consulta e questione explicitamente sobre anestesia, alternativas de al\u00edvio da dor e forma de condu\u00e7\u00e3o do procedimento. N\u00e3o aceite que sua dor seja minimizada: pe\u00e7a explica\u00e7\u00f5es, pe\u00e7a op\u00e7\u00f5es e, se necess\u00e1rio, mude de profissional ou servi\u00e7o. Seu corpo, sua sa\u00fade reprodutiva e o seu direito a um atendimento digno exigem atitude agora \u2013 n\u00e3o adie essa conversa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relatos de mulheres descrevendo a coloca\u00e7\u00e3o do&nbsp;dispositivo intrauterino (DIU)&nbsp;como \u201ca pior dor da vida\u201d t\u00eam exposto um abismo entre o que se promete nos consult\u00f3rios \u2013 \u201cs\u00f3 uma c\u00f3lica forte e r\u00e1pida\u201d \u2013 e o que muitas realmente vivem: dor intensa, sensa\u00e7\u00e3o de desmaio e experi\u00eancias traum\u00e1ticas. 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